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segunda-feira, 9 de abril de 2012

Cruze hatch enfim chega às lojas por R$ 64.900

Cruze Sport6 chega para brigar especialmente com o sul-coreano Hyundai i30 e o arquirrival Ford Focus hatch
General Motors do Brasil enfim lançou, nesta segunda-feira (9), o Chevrolet Cruze Sport6, versão hatch do sedã médio vendido no país desde outubro de 2011. Substituto do Vectra GT, o modelo chega nas configurações LT e LTZ, com preços que partem de R$ 64.900 (manual) e atingem R$ 79.400 (automático). Ambos os câmbios possuem seis marchas e, por enquanto, o Cruze hatch usará apenas o motor 1.8 litro Ecotec flex.

Para tornar o Cruze Sport6 competitivo no segmento, a GM recheou a lista de equipamentos. Desde a versão LT há airbags frontais e laterais dianteiros, ABS, direção elétrica, ar-condicionado de duas zonas, controle de estabilidade (ESP), entre outros. A LTZ também está disponível com transmissão manual, e adicionalmente recebeu itens como teto solar, botão start-stop, airbag de cortina e GPS integrado no painel (tela de sete polegadas). Uma das funções do GPS é informar automaticamente a localização de postos quando a autonomia de combustível baixa para cerca de 40 km.
Teste do Cruze Sport6
A denominação Sport6 pode insinuar que o novo Cruze tem um coração mais esportivo. A traseira de hatchback normalmente está associada a isso. As saias laterais e a extensão do para-choque frontal reforçam a ideia. No entanto, o Cruze Sport6 (o seis refere-se ao número de marchas, tanto no câmbio manual como no automático) busca atrair jovens que buscam apelo esportivo não no desempenho, mas no visual. O motor Ecotec 1.8 16V (144 cv com etanol e 140 com gasolina) é o mesmo do sedã, assim como o câmbio, acerto da suspensão, etc.

Cruze Sport6 por enquanto é equipado apenas com o novo motor 1.8 Ecotec de 144 cv de potência (etanol)
Testado no campo de provas da Cruz Alta, em Indaiatuba (SP), o modelo mostrou bom comportamento. Da mesma forma como o modelo de três volumes, o hatch é rápido, dócil no comportamento e confortável para motorista e passageiros.
A principal diferença é a traseira mais curta. O hatch é 9 cm mais curto que o sedã (4,51 m), o que compromenteu um pouco a capacidade de carga. No novo modelo, o porta-malas abriga 402 litros (450 l no sedã). A distância entre-eixos, porém, foi mantida em 2,68 m, preservando o espaço no banco traseiro.
No teste, o hatch apresentou desempenho rigorosamente igual ao do sedã. Isso porque, embora a nova versão de carroceira seja ligeiramente mais leve que a do sedã (não chega a dois quilos, de acordo com Pedro Manuchakian, vice-presidente de engenharia), a aerodinâmica é bem pior. Enquanto o sedã tem coeficiente aerodinâmico (Cx) de 0,31, no hatchback o índice sobe para 0,35. Isso ocorre porque nos hatchbacks há maior turbulência na traseira, o que prejudica um pouco a performance. De qualquer forma, é um sintoma que só se manifesta em velocidades mais alta, e que no dia a dia não fará diferença.

No hatch, coeficiente aerodinâmico (Cx) de 0,31 para 0,35
Na pista, o Cruze hatch manual fez 0 a 100 km/h em 11,1 segundos, empatando com o sedã. Com transmissão automática, também houve empate técnico: 11,2 s no sedã e 11,3 s no hatch. As duas versões de câmbio mostraram bom comportamento no campo de provas da GM. As respostas são boas, e o comportamento da carroceria é similar ao do sedã. Ao contrário do que se poderia supor, a Chevrolet buscou o mesmo comportamento de suspensão do sedã, e não um acerto mais firme. Mas o fato é que o Cruze sedã já oferece um bom compromisso entre conforto e estabilidade. A inclinação da suspensão é moderada nas curvas, e o carro não pula muito quando passa por pisos irregulares. Os pneus são da coreana Kumho (225/50 R17).
Em relação ao sedã, as diferenças visuais ficam por conta das rodas (também aro 17) com desenho próprio. Além disso, os faróis de neblina receberam molduras cromadas e a entrada de ar inferior perdeu a barra central. Internamente, o revestimento emprega cores escuras, mais de acordo com a proposta esportiva.

Confira abaixo os preços (por versão) do novo Chevrolet Cruze Sport6: 

LT Manual – R$ 64.900 
LT Automático – R$ 69.900 
LTZ Manual – R$ 77.400 
LTZ Automático – R$ 79.400

quarta-feira, 14 de março de 2012

Chevrolet Camaro 2012 encarece e chega por R$ 199.000

O cupê retrô Chevrolet Camaro é a mais nova “vítima” do aumento do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para veículos importados. Até a primeira metade de dezembro, quando passou a vigorar o novoIPI (leia aqui), o esportivo custava R$ 185.000. Agora, com os 30 pontos percentuais de aumento para modelos trazidos de fora do eixo Mercosul-México, o modelo é oferecido por R$ 199.000, valor 7,5% maior que o antigo. 
Camaro desembarcou do Canadá no Brasil em novembro de 2010, apenas na apimentada versão SS. A intenção da filial brasileira da General Motors, na época, foi fazer do muscle-car sua referência de tecnologia – com a linha de veículos nacionais tão desatualizada, não foi tarefa tão difícil. Desde então, o cupê não sofreu mudanças. Sob o longo capô fica o parrudo bloco 6.2 V8 a gasolina de 406 cv de potência e 55,6 kgfm de torque. 

Sucessor do Chevrolet Agile será global

O sucessor do Chevrolet Agile já tem previsão de estreia: será no fim de 2015. E mais, o hatch compacto será um carro global – mas com foco nos mercados emergentes. As informações foram confirmadas pelo presidente da General Motors da Argentina, Uruguai e Paraguai, Sergio Rocha. O executivo falou sobre o futuro do compacto aos parceiros do Autoblog Argentina, em evento nos arredores da capital Buenos Aires. 

De acordo com Rocha, o substituto do Agile é parte do investimento de US$ 150 milhões que a GM anunciou em 2011 para a fábrica de Rosário – onde o modelo é produzido. O montante vai permitir a criação de um terceiro turno a partir de 31 de julho desse ano, abrindo 600 novos postos de trabalho e elevando a produção anual a 200 mil unidades. Esse número, segundo Rocha, garante a produção de um veículo global. 

O executivo, porém, não afirmou que esse sucessor planetário representará o fim do Agile – que é um dos modelos de nacionalidade argentina mais exportados da atualidade. O chefão da GM da Argentina limitou-se a confirmar que a reestilização de meia vida do hatch pequeno será feita em 2013 – o que parece sensato, já que a agenda de lançamentos da GM para 2012 (na Argentina e no Brasil) está completamente lotada .

Genebra: perua adianta leve reestilização no Cruze

General Motors divulgou nesta terça-feira (28) suas atrações para o Salão de Genebra, na Suíça – que abre portões na próxima segunda-feira (6/3). E a surpresa ficou com a primeira imagem frontal da perua Cruze SW, que adianta uma leve reestilização a ser aplicada à recente família de médios Chevrolet. A maior mudança são as novas seções triangulares dos faróis de neblina, posicionadas nas extremidades do para-choque. 

A grade frontal, com grelha em forma de colméia, também foi modificada e é preenchida por barras horizontais empilhadas. Como toque final, uma saia na parte inferior do para-choque deixa a perua com aparência mais esportiva. Por dentro, a novidade fica por conta do novo sistema multimídia MyLink, que traz uma tela de cristal líquido (LCD) sensível ao toque no painel e integra navegador GPS e ampla conectividade (USB, iPhone, etc.). 

Sob o capô, a GM confirmou o que Autoesporte publicou no fim de janeiro, quando foi revelada a imagem da traseira da perua (leia aqui). Além dos atuais blocos 1.6 e 1.8 litro a gasolina, a Cruze SW terá opção do motor 1.4 turbo (também a gasolina) de 140 cv de potência e os propulsores 1.7 e 2.0 litros diesel – todos podem ser associados ao sistema start/stop, que desliga o motor em paradas curtas para poupar combustível.  

segunda-feira, 5 de março de 2012

Primeiras impressões: Chevrolet S10 2012


chevrolet s10 (Foto: Divulgação)S10 mirou a Hilux (Foto: Divulgação)
Após divulgar os preços da nova S10, a Chevrolet promoveu um curtíssimo (para não dizer frustrante) test-drive no seu Campo de Provas da Cruz Alta, em Indaiatuba, interior de São Paulo. Seja no circuito de asfalto ou no trecho off-road, a picape mostrou-se evoluída em relação ao antigo modelo.
Os 16 anos que separam a antiga da recenteS10 impedem, aliás, qualquer comparação. Traçar um paralelo entre as duas leva a resultados óbvios e, até por isso, injustos. É mais coerente pensar na nova S10 com as rivais em mente. Foi o que engenheiros e designers fizeram durante seu desenvolvimento: apesar de prudentemente considerarem todas as concorrentes, é principalmente sobre a Toyota Hilux que está a mira da Chevrolet – e dela que vem boa parte da influência.
VisualExceto pela porção frontal, S10 e Hilux têm fortes semelhanças na lateral (como a linha da janela traseira que se eleva ao final e o vinco que se forma após o para-lama, logo abaixo de onde as duas levam a inscrição 4x4) e na traseira, com a lanterna na vertical – e aí a S10 também é muito semelhante à Volkswagen Amarok. Nos primeiros encontros nas ruas, será possível confundir a S10 com as outras duas.
De frente, a S10 não segue o caminho da “precisão cirúrgica” adotado pela Amarok, onde todos os elementos estão exatamente onde deveriam. Podemos chamá-la de sisuda, mas não há exageros. Questão de estilo. Já quando colocada ao lado da Toyota, a picape da Chevrolet envelhece o visual já não tão jovial da concorrente, que acabou de ser reestilizada.
Veja concorrentes do Chevrolet S10 (Foto: Divulgação)
A cabine é outro ponto favorável da S10, pelo menos em relação à Hilux. Há boa ergonomia, comandos à mão, painel de instrumentos agravável e de boa leitura e acabamento de qualidade em grande parte do que se pode ver e tocar – exceto pelas tampas dos porta-luvas, que são de uma simplicidade extrema. Destaque para o ar-condicionado, fácil de operar (vale lembrar que tais considerações referem-se à versão LTZ, única disponível para teste). A Hilux tem todas essas qualidades, mas há tempos perdeu o aspecto de novidade.
“Antigamente o consumidor aceitava barulho e até mesmo poeira dentro da cabine de uma picape, que era um veículo estritamente comercial. Hoje ele busca o conforto de um automóvel”, explica ao G1 Gustavo Colossi, diretor de Marketing da General Motors do Brasil. E, nesse esforço em parecer um carro internamente, a S10 agora se junta à Amarok como as duas mais bem-sucedidas nessa tendência que, aliás, foi iniciada pela picape da Toyota. 
painel chevrolet s10 (Foto: Divulgação)Interior da picape tem comandos à mão, boa ergonomia e painel de fácil leitura
RodandoO primeiro modelo a ser experimentado pelo G1 foi a versão LTZ 2.4 (flex) com câmbio manual. O aumento de torque (de 21,9 para 24,1 kgfm) garante à picape boa desenvoltura, ignorando a morosidade que um veículo desse
tamanho sugere. O câmbio tem engates fáceis, mas impressionou negativamente pela trepidação intensa da alavanca. Já a suspensão causou contradições: sobre pisos irregulares, fez o veículo sacolejar mais do que o normal para uma picape; e, em asfalto liso, apresentou estabilidade acima da média, mesmo quando guiada de maneira mais abusada.
É na versão a diesel, entretanto, que o motorista encontrará uma picape mais prazerosa de dirigir: torque abundante, câmbio automático de trocas suaves e suspensão mais macia. Até agora bem distante das rivais em dirigibilidade, a S10 daqui em diante deverá se tornar uma das referências.
chevrolet s10 (Foto: Divulgação)Desta vez, motor a diesel vai predominar no mix de vendas (Foto: Divulgação)
Cabine estendidaO mix de vendas da nova S10 terá, segundo as previsões de Colossi, uma inversão: se há cerca de quatro anos 70% dos emplacamentos da picape referiam-se à versão flex e 30% à configuração diesel, na nova fase serão 60% para o motor diesel e 40% para o flex – com importante participação do câmbio automático. “Notávamos uma migração dos clientes da S10 Diesel para outras marcas justamente por conta da ausência da transmissão automática”, admite o executivo. A previsão de vendas se manterá nas 4 mil unidades mensais, porém agora abrangendo uma faixa maior de preços (dos R$ 58.868 aos R$ 135.200, veja a tabela completa abaixo).
No lançamento mundial da S10 (chamada de Colorado em outros mercados), em outubro passado, na Tailândia, a Chevrolet apresentou também a versão de cabine estendida – lançada por aqui em 1996, um ano após a estreia da S10, mas que teve vida curta. A nova geração poderia ressuscitar o modelo? Colossi diz: “Não temos planos de lançar de novo a cabine estendida. A pequena diferença de preço entre ela e a cabine dupla a torna inviável comercialmente. Para o Brasil, a melhor equação é a cabine dupla”.
Confira os preços de todas as versões:
LS 2.4 flex cabine simples 4x2 manual: R$ 58.868
LT 2.4 flex cabine simples 4x2 manual: R$ 61.890
LS 2.4 flex cabine simples 4x4 manual: R$ 85.400
LS 2.4 flex cabine dupla 4x2 manual: R$ 66.350
LT 2.4 flex cabine dupla 4x2 manual: R$ 72.490
LTZ 2.4 flex cabine dupla 4x2 manual: R$ 84.400
LS 2.8 diesel cabine simples 4x4 manual: R$ 85.400
LT 2.8 diesel cabine dupla 4x2 manual: R$ 98.900
LT 2.8 diesel cabine dupla 4x2 automática: R$ 103.900
LT 2.8 diesel cabine dupla 4x4 manual: R$ 109.500
LT 2.8 disel cabine dupla 4x4 automática: R$ 113.400
LTZ 2.8 diesel cabine dupla 4x2 automática: R$ 117.400
LTZ 2.8 diesel cabine dupla 4x4 automática: R$ 135.200

quinta-feira, 1 de março de 2012

Chevrolet Vectra Collection 2012

A Chevrolet da adeus ao modelo auge da década de 90 com o Vectra Collection, modelo limitado à 2.000 unidades que sai por R$ 65 mil.
Vectra foi sinônimo de luxo, riqueza e popularidade na década de 90, mas todos sabemos que este título começou a cair desde 98 com a chegada dos japoneses ao Brasil. A partir de 2000 o Vectra já havia perdido seu consagrado 1º lugar de vendas para modelos atualizados como Honda Civic e Toyota Corolla, mas mesmo assim a Chevrolet não fez nada e viu seu carro deixar de ser um sonho de consumo.
Em 2005 a Chevrolet até queria trazer o Vectra europeu, da Opel, mas não conseguiu. O que restou foi pegar o Opel Corsa e melhora-lo, transformando-o em um sedã médio. Daí nasce o nosso atual Vectra, que é vendido até hoje.

Mesmo com tal facelift, a Chevrolet não conseguiu mais emplacar o Vectra, e agora ele vai sair de linha para dar lugar ao Cruze 2012. Inclusive o Vectra GT também irá sair de linha para dar lugar ao Cruze hatch.
Para “celebrar” a saída do Vectra depois de muitos anos na história automobilistica no Brasil, a Chevrolet resolveu lançar o Vectra Collection, que é um modelo de colecionador limitado a 2.000 unidades. Esta versão ganhou alguns itens exclusivos que não estão presentes em nenhum outro modelo: pintura metálica verde Lotus, bancos em couro com duas cores e a escrita “Collection” e rodas em alumínio aro 17″.
Fora o design, nada mudou. O Vectra Collection continua com o motor flex 2.0 que gera 140 cavalos de potência e recebe os itens da versão topo de linha, que são airbag duplo, vidros e travas elétricas, freio ABS, direção hidráulica, ar-condicionado digital, etc.
preço do Vectra Collection é de R$ 65.400,00 e ele já está disponível nas concessionárias da marca, mas corra: se você quer este carro, tem que ser um dos 2.000 primeiros a comprar.


segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Spin é o provável nome da sucessora de Meriva e Zafira

A projeção acima, publicada na Autoesporte de dezembro, antecipa como será a futura minivan da Chevrolet
Parece que a General Motors já definiu o nome da futura minivan que substituirá, de uma só vez, Meriva eZafira no meio do ano. Segundo o site Autos Segredos, o modelo – identificado até agora pelas siglas PM5/PM7 – se chamará Spin, nome registrado pela GM no INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial). Ainda de acordo com o site, a fábrica de São Caetano do Sul (SP) já produz as unidades pré-série para os testes finais, o que foi confirmado pelo nosso repórter Ricardo Sant'Anna. 

Conforme Autoesporte antecipou na edição de dezembro (no especial “Espero ou Compro Já?”, da seção “Área Restrita”), a Chevrolet Spin usará a mesma plataforma do recém-lançado sedã Cobalt. Isso significa que, tanto na versão de cinco quanto na de sete lugares, haverá fartura de espaço interno. A intenção da GM é brigar diretamente com a Nissan Livina e a Grand Livina, que seguem o mesmo conceito (aproveitam parte da base doRenault Logan).

Sob o capô, a Spin usará o motor 1.8 Econo.Flex, que é uma atualização do veterano bloco 1.8 de oito válvulas (Flexpower). Esse “novo” propulsor poderá vir acoplado ao câmbio automático de seis marchas do sedã Cruze. E, assim como o Cobalt, a minivan vai usar motor 1.4 Flex de 102 cv de força, combinado a um câmbio manual de cinco marchas, apenas na versão de cinco passageiros. Além das Livinas, a Spin vai brigar com o Citroën C3 Picasso e, futuramente, com a Renault Lodgy.

S10: mais bela e mais forte, a partir de R$ 58.868

GM divulgou os preços da S10 2012. O modelo mais barato parte de R$ 58.868, e refere-se ao modelo de cabine simples, motor 2.4 flex e tração 4x2. A mais cara custa R$ 135.250, caso do modelo de cabine dupla, motor 2.8 diesel e tração 4x4. São três versões: LS, LT e LTZ confira a tabela completa ao fim do texto).
Faltava, também, conferir como a picape se comportava em movimento. Afinal, parada, a S10 modelo 2012 mostra imponência. As dimensões aumentaram em quase todos os sentidos: para cima, ela cresceu 6,9 cm (1,79 m). Para os lados, 10 cm (1,88 m). No comprimento, 8,7 cm (5,35 m). Curiosamente, só o entre-eixos diminuiu 2,6 cm (para 3,1 m). O estilo externo ficou moderno, com leds na lanterna traseira e faróis com refletores na versão topo de linha, LTZ.
Por dentro, o painel acompanha o estilo atual. Depois de 16 anos, a S10 trocou o painel simples demais por um de desenho bem mais inspirado, com formato circular para os comandos do ar-condicionado digital. Além disso, o quadro de instrumentos lembra o do Camaro.
Depois de analisar a picape parada, chegou o momento de conferir se a inspiração em esportivo continuava com a picape andando. Dirigimos as versões cabine dupla topo de linha (LTZ) tanto do modelo 2.4 flex como do 2.8 diesel.
A primeira a ir para a pista do campo de provas de Indaiatuba, no interior de São Paulo, foi o modelo a diesel. Equipada com câmbio automático de seis marchas, a nova S10 mostrou vigor nas acelerações, além de boas retomadas de velocidade. É possível trocar as marchas de forma manual, na alavanca. Os freios ABS (série) deram conta do recado mesmo após várias frenagens seguidas, idem para a suspensão. No trecho da pista que simula asfalto irregular, a S10 sacolejou menos que o esperado para o tipo de pavimento. Parte desse comportamento pode ser creditado à suspensão traseira, que emprega amortecedores hidráulicos instalados em sentidos opostos (um na parte dianteira do eixo e outro na traseira). Pedro Manuchakian, vice-presidente de engenharia da GM, diz que dessa forma os movimentos da carroceria ficam mais controlados.


A posição ao volante é boa, e a direção hidráulica também agrada. A tração 4x4 pode ser engatada por meio do seletor giratório a até 120 km/h. A reduzida, porém, só pode ser engrenada com a picape parada. Em marcha lenta, o ruído característico do motor a diesel é facilmente audível de dentro da cabine, mas em velocidades maiores o barulho cai bastante, porque a S10 alcança altas velocidades com baixos giros, ajudada pela sexta marcha.
Saindo dela e assumindo o volante do modelo 2.4 flex, a sensação de silêncio é o que primeiro chama a atenção. Como o modelo avaliado também tinha as mesmas características (versão LTZ com cabine dupla e tração 4x4), freios e suspensão apresentaram comportamento similar. Porém, foi uma oportunidade de dirigir a versão com transmissão manual de cinco marchas. Os engates são bons. A primeira e a segunda têm engrenagens de cones triplos, que diminuem o esforço de engate. E a ré é sincronizada, o que facilita os engates. Mesmo assim, em simulações de engates mais rápidos, às vezes a terceira não entrava tão facilmente. A alavanca está bem posicionada. Mas se a S10 passa a ser a nova referência em capacidade de carga (o modelo de cabine simples a diesel pode levar até 1.303 kg), em termos de engates a VW Amarok ainda é a melhor.

O teste completo da nova picape da Chevrolet estará na edição de março da revista Autoesporte. Confira a tabela de preços completa:
Flex
Cabine simples 4x2 LS manual - R$ 58.868
Cabine simples 4x2 LT manual - R$ 61.890
Cabine dupla 4x2 LS manual - R$ 66.350
Cabine dupla 4x2 LT manual - R$ 72.490
Cabine dupla 4x2 LTZ manual - R$ 84.400

Diesel
Cabine simples 4x4 LS manual - R$ 85.400
Cabine dupla 4x2 LT manual - R$ 98.900
Cabine dupla 4x2 LT automática - R$ 103.900
Cabine dupla 4x4 LT manual - R$ 109.500
Cabine dupla 4x4 LT automática - R$ 113.400
Cabine dupla 4x2 LTZ automática - R$ 117.400
Cabine dupla 4x4 LTZ automática - R$ 135.250


quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

CONCESSIONÁRIAS NOS EUA RECUSAM NOVOS CHEVROLET VOLT

O Chevrolet Volt vendeu abaixo do esperado pela General Motors. Foram 7.671 unidades vendidas em 2011, enquanto a companhia esperava por 10 mil vendas, o que a fez rever os planos de produzir 60 mil veículos em 2012. A situação parece piorar para o Volt, depois das acusações de que sua bateria oferecia risco de incêndio. Mesmo que tenha sido absolvida, o carro está encalhado nas concessionárias norte-americanas, que vem recusando novas unidades para estoque.
Segundo o Automotive News, há casos como o de Nova York, onde foram enviadas 104 unidades, mas as concessionárias aceitaram apenas 31 carros. "A GM achar que precisamos de mais seis Volts é loucura", afirma Brett Hedrick, dono de uma concessionária na Califórnia. "Nós nunca vendemos mais do que dois por mês".
O porta-voz da GM, Rob Peterson, confirmou que os lojistas não estão querendo o Volt. Ele diz que muitos deles esperavam pelo resultado da investigação da NHTSA sobre o risco de incêndio nas baterias. "Rodou muita desinformação durante o último mês", disse Peterson. "As concessionárias estão meio que esperando que a situação se acalme".
Mesmo que tenha recebido nota máxima nos testes de segurança da NHTSA e Euro NCAP, vai demorar um tempo até que a GM consiga recuperar a imagem do Volt.


Nova Chevrolet S10 será apresentada oficialmente no dia 14 de fevereiro

A nova geração da picape média S10, da Chevrolet, será apresentada à imprensa especializada nos dias 14 e 15 de fevereiro, em evento no interior de São Paulo. O modelo é global e já foi mostrado em outros mercados, sob o nome Colorado -- mas seu projeto e desenvolvimento são brasileiros. A fabricação no país começou este mês.

A S10 liderou as vendas entre as picapes médias em 2011, em grande parte devido à variedade de sua gama, que inclui uma versão bicombustível -- até a chegada da Toyota Hilux 2012, era a única opção do segmento com essa motorização. A nova S10 certamente vai mantê-la, e terá também versões movidas a diesel (estas, obrigatoriamente com tração 4x4 e reduzida). No lançamento, será esclarecido se os motores ainda serão os 2.4 (flex) e 2.8 (turbodiesel) usados no modelo que está sendo aposentado. Haverá opções de cabine simples e dupla.

O SUV que substituirá a Blazer, cuja fabricação foi encerrada no ano passado, é derivado dessa nova S10 e ganhou o nome Trailblazer no exterior. Picape e utilitário esportivo trazem a nova frente da Chevrolet e interiores no padrão adotado em modelos como o sedã Cruze -- é a linguagem global da marca, difundida pela gama, entre outras razões, para cortar custos. No entanto, é possível (e até provável) que a nova linha S10 traga preços mais salgados que os atuais -- no site da Chevrolet, os valores pedidos pela S10 "velha" começam em R$ 51 mil.

Protótipos da S10 circulam pelo Brasil há alguns meses, e UOL Carros recebeu dezenas de colaborações de leitores que fotografaram unidades camufladas -- desde a semana passada os flagrantes ficaram mais frequentes, chegando a uma média de três por dia. Um mesmo protótipo chegou a ser fotografado no Paraná e depois surgiu no Rio Grande do Sul. Diversas imagens foram publicadas em nosso álbum de segredos automotivos.

UOL Carros foi o primeiro veículo de imprensa a publicar que a S10 era um produto com DNA brasileiro -- a filial manteve essa informação em segredo, e a revelação foi feita no Salão de Dubai, no final de 2011, num comunicado de imprensa da General Motors mundial. Também foi o primeiro a cravar que a picape manteria o nome S10, em vez de adotar a denominação Colorado. Agora, anuncia em primeira mão as datas do lançamento oficial. Que terá, naturalmente, cobertura completa de nossa parte.

sábado, 21 de janeiro de 2012

Chevrolet Camaro Convertible ZL1

A versãA versão mais forte do Chevrolet Camaro, a ZL1, também terá uma variante conversível. Chamado de Camaro ZL1 Convertible, ele terá o mesmo motor da versão cupê, um V8 6.2 capaz de gerar 580 cavalos de potência e com torque de 75,54 kgfm. O conversível deve chegar no final de 2012.
Quando se vai à venda no final de 2012, o conversível ZL1 vai entregar mais desempenho e tecnologia do que muitos carros exóticos e ultra-luxo conversíveis.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Os 10 Carros mais baratos do Brasil

Concordamos que nos últimos anos a facilidade de adquirir um carro novo aumentou efetivamente. Seja pela “facilidade” de compra oferecida pelas montadoras com parcelamento de 60 vezes sem entrada ou quando o pai de família ou até mesmo um jovem trabalhador economiza e adquiri seu carro com uma boa entrada e parcela o resto. E os carros mais procurados neste caso são os 0km, principalmente, ditos “populares”.
Para quem não conhece, os carros populares são aqueles veículos de entrada das montadoras que atuam no mercado nacional. Entretanto, dar uma olhada em lojas de usado também é uma boa sacada, visto que você pode adquirir um carro fabricado no ano 2000 a diante e com vários equipamentos de conforto, com um estado de conversação excelente dependendo do veículo.
Porém, muitos desejam ter um carro zero, com o inconfundível cheirinho de carro novo e com os plásticos nos bancos. Sendo assim, selecionamos os 10 carros 0km mais baratos a venda no Brasil, que poderá ajudar tanto quem procura seu primeiro carro zero ou até mesmo as grandes empresas, que adquirem modelos desta categoria para trabalho.

Chery QQ
Este sem dúvidas já caiu no gosto de vários brasileiros. Nas grandes cidades onde há revendas da Chery, principalmente, é fácil ver o modelo circulando nas ruas. Lançado no início do ano passado pela fabricante chinesa, o QQ veio para encarar o time dos automóveis populares e entregar o melhor custo beneficio possível. Com preço de R$ 25.120, o pequeno chinês traz de série uma lista de equipamentos invejável: com ar condicionado, direção hidráulica, duplo airbag, faróis de neblina dianteiros e traseiros, trio elétrico e rádio AM/FM com CD Player MP3 com entrada USB.
A motorização do QQ é composta por um motor 1.1 ACTECO movido à gasolina que entrega 68 cv, associado a uma transmissão de cinco velocidades, conjunto suficiente para se deslocar dentro da cidade e realizar viagens curtas.
O visual simpático também foi um dos contribuintes para a boa aceitação do Chery QQ no Brasil. Porém, assim como os demais chineses à venda no País, o QQ sofre com a má visão dos automóveis oriundos na China e com a escassez de peças, que pode demorar vários dias ou até meses para chegar uma peça importada do país asiático para reposição. Entretanto, prefira adquirir um QQ se sua cidade tiver uma concessionária da Chery instalada.

Fiat Mille
Não há que não conheça ou pelo menos tenha andado em um Fiat Mille. Lançado pela montadora italiana em 1983, o hatch – que recebeu o querido apelido de “botinha ortopédica” – é um dos carros mais velhos em produção atualmente no Brasil. Para se ter uma ideia, o estepe fica localizado no compartimento do motor, e não no porta-malas como o convencional.
Porém, a principal sacada do Mille é na economia, graças ao sistema Economy que o modelo recebeu há alguns anos atrás. O automóvel de entrada da Fiat é equipado com um velho motor 1.0 litro flex Economy de 66 cv com etanol e 65 cv com gasolina, e que faz médias de 11,1 km/l na cidade e 15,6 km/l na estrada quando abastecido com o etanol.
Entretanto, a segurança é o principal ponto fraco do modelo. Por se tratar de um projeto antigo, até mesmo os cintos traseiros são de apenas dois pontos para os três ocupantes. Airbag duplo e freios com sistema ABS? Nem como opcional. Na versão mais barata, com duas portas o preço é de R$ 23.455. Já na mais cara, a Way, o Mille entrega visual “aventureiro” pelo preço de R$ 28.301.

Fiat Uno
Bem, se você estava de olho no Mille mas queria um veículo de projeto novo e que não sairá do mercado tão cedo, de uma olhada no novo Uno. O hatch da Fiat é o sucessor do já dito Mille, e traz bem mais modernidade e conforto em relação ao velho modelo. Porém, tudo isso tem um preço, e como tem…
Com R$ 28.480, você leva pra casa um Fiat Uno Vivace 1.0 com quatro portas. Porém, tudo nele é opcional. Até mesmo os para-choques são pretos. Quando equipado com vidros elétricos dianteiros, travas elétricas, faróis de neblina, desembaçador traseiro, predisposição para rádio, direção hidráulica e pintura metálica, o preço salta para R$ 32.180.
Além disso, a Fiat oferece vários kits de personalização, com apliques no painel do carro e adesivos por toda a carroceria. Com esses itens, o preço final é de R$ 32.635.

Volkswagen Gol G4
Esse não é um dos mais indicados para ser o primeiro carro zero km de uma família, devido à suspensão dura e o acabamento rústico. Na versão de entrada Volkswagen Gol G4 não traz nenhum item de série interessante, pelo preço de R$ 26.450 com duas portas. Porém, se você quiser com quatro portas, pintura metálica, vidros elétricos dianteiros, travas elétricas, desembaçador traseiro e preparação para som, o preço vai para R$ 30.760.
O motor que equipa o modelo é um 1.0 litro flex de 68 cv com gasolina e 71 cv com etanol, e torque de 9,4 kgfm e 9,7 kgfm, respectivamente, e transmissão manual de cinco velocidades. Com este conjunto mecânico, o Gol G4 vai de 0 a 100 km/h em 12,8 segundos (G) e 12,2s (E) e velocidade máxima de 168 km/h (G) e 170 km/h (E).

Nissan March
Esse não é nem chinês e nem nacional. Apesar de ser fabricado no México, o March é caracterizado pela Nissan como o primeiro carro desta categoria de origem japonesa. Lançado no ano passado, o Nissan March vem obtendo boas vendas no mercado brasileiro, por conta do visual simpático, o espaço interno tanto quanto generoso, o painel bonito em relação aos seus concorrentes, além do custo benefício aceitável.
O preço inicial do March é de R$ 27.790. E, de série, o modelo traz ar quente, computador de bordo, banco do motorista com regulagem de altura e, principalmente, o airbag duplo, item não oferecido de série por nenhum carro nacional nesta faixa de preço.
A motorização do japonês Nissan March é composta por um motor 1.0 16V flex, desenvolvido pela Aliança Renault-Nissan, o mesmo do Clio. O bloco gera 74 cavalos de potência a 5.850 rpm e 10 kgfm de torque a 4.350 rpm, tanto com etanol como com gasolina. Segundo a montadora, o March acelera de 0 a 100 km/h em 14,4 segundos com gasolina e em 13,7s com etanol.

Lifan 320
Sósia do Mini Cooper – devido o visual “inspirado” no atual modelo da montadora inglesa –, o 320 é o modelo de entrada da Lifan, que foi lançado pela empresa no final de 2010, e é também um integrante da categoria de populares originários da China. O modelo tem a mesma receita utilizada pelo QQ, ou seja, uma relação custo benefício excelente para atrair o consumidor nativo.
Com preço de R$26.980, o Lifan 320 traz de série, duplo airbag, freios ABS, ar condicionado, trio elétrico, direção hidráulica, faróis e lanterna de neblina e rádio AM/FM com CD Player MP3 com entrada USB, e as rodas são de aço como no QQ, sem calotas. Porém, se o cliente quiser rodas de liga-leve e faixas decorativas na carroceria, terá de desembolsar R$ 4.713 a mais.
Apesar de ser fabricado no Uruguai, o chinês 320 também sofre com a má visão do publico em relação a esses carros e também com a falta de peças, até mais do que os da Chery, por se tratar de uma empresa menor e com apenas dois veículos em seu portfólio – o 320 e o 620.
O motor que equipa o Lifan 320 é um 1.3 litro, de 16 válvulas, que entrega 88 cavalos de potência e torque de 11,2 kgfm. A transmissão é manual de cinco velocidades. Há ainda diversas opções de cores para a carroceria, que inclui amarelo, azul, branco, cinza, pink, prata, preto e vermelho.

Chevrolet Celta
Terceiro colocado no ranking de vendas mensalmente, o Celta o veículo mais vendido da Chevrolet no Brasil. O hatch, reestilizado no início do ano passado, traz um visual agradável e um interior que melhorou após as modificações realizadas pela marca em 2011, quando o modelo adotou um volante de melhor empunhadura, bancos com novos tecido, painel com novo grafismo e iluminação “Ice Blue” e novos botões do ar condicionado/ar quente.
A versão mais básica do Chevrolet Celta é vendida por R$ 26.350, com apenas duas portas e para-choques na cor do veículo. Já na versão com quatro portas, o preço cobrado pela montadora é de R$ 28.083, ambos na variante de entrada LS.
Na versão LT, com opcionais como vidros elétricos dianteiros, travamento automático das portas ao atingir 15km/h, protetor de cárter, acabamento interno com detalhes na cor prata e ar condicionado, o preço do Celta é de R$ 32.578. Com direção hidráulica, o valor final salta para R$ 33.297.
O motor que equipa o Celta é o velho 1.0 VHCE Flexpower que entrega 77 cv com gasolina e 78 com etanol, associado a uma transmissão manual de cinco velocidades. Com este aparato mecânico, o modelo vai de 0 a 100 km/h em 13 segundos, em média.

Chevrolet Classic
Velho conhecido dos brasileiros, o Classic passou por uma reestilização que de um “up” em suas vendas. Basicamente, apenas a dianteira e a traseira foram alteradas, recebendo as mesmas linhas do Sail chinês que acabava de sair de linha por lá. Com isso, o Chevrolet Classic se assegurou com o sedã mais vendido do Brasil.
O espaço interno do Classic é razoável para dois adultos e duas crianças, e o porta-malas de 390 litros pode carregar malas de toda a família – principalmente das crianças – com certo aperto. O painel é o mesmo do primeiro Corsa Sedã, sem tirar e nem por.
Vendido em versão única, a LS, o Chevrolet Classic tem preço sugerido de R$ 27.573. Porém, se o cliente quiser optar por direção hidráulica, travas elétricas, vidros dianteiros elétricos com one touch, ar condicionado e alarme, terá que pagar R$ 33.223 no Classic.
O motor é o mesmo do Celta.

Ford Ka
Modelo de entrada da Ford no Brasil, o Ka está com os dias contados. Uma nova geração está prevista para ser lançada no final de 2013, que em uma só tacada substituirá o Ka e o Fiesta. Porém, o Ka pode ser uma boa compra para jovens universitários e para mulheres e homens que procuram um carro para se deslocar no centro urbano.
A reestilização aplicada no meio do ano pela Ford no Ka deu uma revitalizada no visual do carrinho, que não recebia modificações desde o lançamento de sua segunda geração. Foram modificadas a frente e a traseira, além do interior com algumas alterações.
Na versão básica, por R$ 24.500, o Ford Ka traz de série alarme antifurto. Com todos os opcionais, que inclui airbag duplo, rodas de liga leve aro 14, repetidores de seta nos retrovisores, vidros elétricos com one touch, travas elétricas, ar condicionado, direção hidráulica, faróis de neblina e faróis com máscara negra, o preço salta para R$ 31.590, sem pintura metálica.
O motor do Ka é um 1.0 litro que entrega 69 cv a gasolina e 73 cv quando abastecido com etanol, que leva o Ford de 0 a 100 quilômetros por hora em 13 segundos.

Renault Clio
Vendo as baixas vendas do Clio em relação à concorrência, a Renault deu uma atualização que deu um fôlego no modelo: a garantia de 3 anos. Com isso, o Renault Clio reatou seus números em vendas e passou a oferecer um custo benefício agradável em comparação aos velhos hatches populares a venda no Brasil. E, em dezembro, a marca lançou a linha 2012 do Clio.
Foram aplicadas novas calotas e, para reduzir ainda mais os custos de produção, os repetidores de seta no para-lama foi substituído por uma plaqueta com o nome “Clio”.
De série, o modelo traz ar-quente, desembaçador do vidro traseiro, faróis com duplo refletor óptico, para-choques na cor do veículo e vidros verdes.
O preço na versão com duas portas é de R$ 25.300, já com 4 portas o preço vai para R$ 26.800. Incluindo pintura metálica, ar condicionado, direção hidráulica, vidros dianteiros elétricos, travas elétricas e alarme, além de encostos de cabeça traseiros, o preço salta para R$ 32.350.
A motorização do Renault Clio tem motor 1.0 litro Hi-Flex, com 16 válvulas de 76 cv com gasolina e 77 cv de potência com etanol, que o leva de 0 a 100km em 14,3 segundos.