Mostrando postagens com marcador Honda. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Honda. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 14 de março de 2012

Uma volta no novo Honda CR-V manual


Novo CR-V chega às lojas da Honda bastante renovado e em três versões; preço parte de R$ 84.700Lembro-me até hoje a primeira vez que dirigi o Honda CR-V. Era outubro de 2007, o modelo de terceira geração vinha ao Brasil importado do Japão, e chegava bem salgado após atravessar o oceano pacífico: R$ 123 mil na versão top (a única oferecida). Na época, o CR-V brigava com o arquirrival Toyota RAV-4, com o HyundaiTucson GLS V6 e até com o Land Rover Freelander II, todos com preços na faixa de R$ 135 mil. 

O mais curioso (e impressionante) é que, desde então, se passaram pouco mais de cinco anos. E o segmento (de utilitários esportivos médios) sofreu uma profunda revolução. Naquele ano (2007), as vendas do Tucson e do próprio CR-V foram muito maiores do que as montadoras previram – a Honda começou com um estoque modesto de 300 unidades e a demanda foi tamanha que o CR-V fechou o ano com 1.864 unidades, um recorde!


Visualmente, a quarta geração do crossover da Honda está ainda mais urbana e com estilo mais modernoEm 2011 (já no fim do “ciclo de vida” da terceira geração), o CR-V foi o líder de um nicho que cresce a passos de elefante. Com nacionalidade mexicana e beneficiado pelo acordo de livre-comércio com o país da tequila, que baixou seu preço para a faixa dos R$ 90 mil, o utilitário da Honda emplacou impressionantes 16.282 unidades – ficou à frente de Hyundai ix35, Chevrolet Captiva, Mitsubishi ASX, Kia Sportage, entre muitos outros.

É nesse cenário positivo que acaba de chegar ao país a quarta geração do CR-V, agora com visual ainda mais urbano. Comparado àquele modelo de 2007, pode-se dizer que o crossover da Honda evoluiu em vários aspectos, especialmente na eletrônica embarcada. Há, por exemplo, câmera de auxílio à ré, sistema multimídia (i-MID) com tela no painel e assistente de saída em ladeiras. E a versão top EXL traz controle de estabilidade.


Lanternas verticais com bases maiores, que invadem as laterais, lembram conjunto ótico do Volvo XC60
Versão básica LX parte de R$ 84.700
Para defender a liderança, o novo CR-V vem do México em três (atraentes) configurações. A mais simples LX (R$ 84.700) tem tração apenas dianteira e estreia o inédito câmbio manual de seis marchas. Mais acima vem a versão LX automática (R$ 87.900). E no topo da gama fica a configuraçãoEXL (R$ 103.200) equipada com a caixa automática de cinco marchas (a mesma de antes) e com tração integral 4x4.

Em todas as versões, o CR-V é bem equipado, com ar-condicionado, direção elétrica, “trio”, freios com ABS e EBD, airbags frontais, o sistema i-MID, o assistente de auxílio em ladeiras (que mantém os freios acionados por 1,5 segundo) e o modo Econ – que altera o sistema de admissão e combustão para que o motor queime menos gasolina. A mecânica, aliás, foi remexida e aprimorada, também com olhos na eficiência energética.

Basicamente, a engenharia da Honda trabalhou para deixar o propulsor 2.0 16V i-VTEC mais suave. Os pistões foram “banhados” em molibdênio, elemento químico que reduz o atrito, e o comando de válvulas teve suas paredes internas reforçadas. Segundo a Honda, as mudanças elevaram a potência em 5 cv e o motor 2.0 passa a gerar 155 cv de força e 19,4 kgfm de torque, disponíveis quase por inteiro (80%) já aos 2.100 giros.



Versão básica LX manual tem bancos revestidos em tecido; plásticos do painal têm apararência simplesComo é dirigir o CR-V mais básico?

Diante dos crossovers médios hoje vendidos no Brasil, o CR-V estava defasado. Embora tenha sido o líder de vendas no país em 2011, o modelo precisava de uma renovação mais profunda. E ela chegou na hora certa. Comparado ao antecessor, a nova geração é moderna e sofisticada. Perdeu um pouco em acabamento, é verdade (o interior do CR-V de terceira geração transmitia mais requinte), mas a evolução tecnológica foi enorme.

No test drive curtinho, oferecido pela Honda na sinuosa pista da fazenda Capuava, em Indaiatuda (São Paulo), oCR-V surpreendeu muito dinamicamente. A direção elétrica mostrou um ajuste impecável, com respostas bastante diretas aos movimentos do volante e com peso adequado em velocidades elevadas. Ao mesmo tempo, a alavanca do câmbio manual fica bem próxima do volante, acoplada ao painel, e tem engates curtos e precisos.

Sistema Econ, acinado no botão à esquerda do volante, altera os processos de admissão e combustão do motorUm dos principais destaques do CR-V, essa inédita transmissão manual de seis marchas agradou bastante tanto pela localização quanto pelas trocas. A nova caixa manual da Honda tem relações acertadas (não se nota buracos entre as marchas) e, ao contrário de outros câmbios, a marcha à ré é fácil de se engatar. Além disso, após acoplá-la a tela do sistema i-MID (no painel) imediatamente reproduz a imagem da câmera traseira.

Em movimento, o novo CR-V mostrou-se equilibrado, sem torcer demasiadamente a carroceria nas curvas e permanecendo estável e seguro nas retas. Um dos pontos altos, neste rápido contato, foi o ajuste da suspensão, nem muito rígido, nem mole demais. Por dentro, senti falta de “porta-trecos” de fácil acesso e próximos ao painel. Também não curti muito o novo painel de instrumentos “compactado”, com o velocímetro ao centro.

Um dos destaques de estilo do novo CR-V são os faróis ascendentes integrados à enorme grade frontal

De forma geral, o CR-V parece ter retrocedido no acabamento (os plásticos do painel são ásperos e pouco sedutores). Em termos de design, o crossover não ousa por dentro, mas ficou indiscutivelmente mais estiloso por fora. Já em tecnologia, não há dúvidas: o modelo estabelece um novo padrão (a versão top EXL tem uma tela maior no console central para o GPS). E, acima de tudo, o CR-V é mexicano, mas tem o status “de japonês” daHonda.

Nós também já colocamos o novo CR-V para encarar o Kia Sportage. O resultado você confere na revistaAutoesporte de março, nas bancas.

Motor 2.0 16V i-VTEC ficou 5 cv mais forte com as mexidas na engenharia e agora produz 155 cv de potência

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Novo Honda Civic 2012

Um dos lançamentos mais esperados do ano, a nona geração do Honda Civic foi apresentada nesta quinta-feira (24), em São Paulo. Ela era prevista para julho passado, mas a culpa do atraso não é da montadora japonesa. Primeiro foram os desastres naturais no Japão, ocorridos em março, que adiaram o lançamento do sedã. Superado o contratempo, as recentes enchentes na Tailândia jogaram a chegada dele para a segunda quinzena de janeiro. Tudo por conta das dificuldades enfrentadas pelos fornecedores.
As postergações também levaram a Honda a não definir, ainda, um preço para o novo Civic. Executivos da marca dizem que a versão intermediária, LXL, deve continuar em R$ 67.340, preço do atual modelo. Já as configurações das pontas, LXS (básica) e EXS (topo), provavelmente terão uma variação de 1%, para mais ou para menos. Os valores serão confirmados (e revelados) nos próximos dias, diz a montadora. Os testes em concessionárias começam só no ano que vem.
Brasil x Mundo
Produto global, o Civic é o mesmo pra todo mundo. Mas há algumas diferenças estéticas no modelo nacional. Basicamente, mudam: o para-choque dianteiro, bem mais esportivo; os faróis, de lentes mais refinadas; e detalhes mínimos no para-choque traseiro. Até aqui, estamos à frente do modelo norte-americano, que é um tanto insosso. O único problema talvez seja o aplique refletor que invade a tampa do porta-malas, dando uma seriedade exagerada à traseira do veículo.


Internamente, o que foi de grande ousadia no lançamento da oitava geração, em 2006, ganhou volume. O painel continua com dois andares, mas está maior. Tudo para abrigar mais informações, como o indicador do ECON e o intelligent Multi-Information Display (iMID) – o outrora sedã menos equipado da categoria agora tem até tela de LCD de 5 polegadas.
As dimensões também mudaram, deixando o Civic mais comprido e mais curto no entre-eixos. O primeiro recurso foi bom para o porta-malas, que passou de ruins 340 litros para bons 449 litros. Agora sim o Civic tem porta-malas de sedã.

Mais estável, menos esportivoÉ preciso ficar claro que o novo Civic não é apenas uma reestilização do atual modelo. Trata-se de um carro distinto. Segundo a Honda, 95% das peças foram trocadas. Além das evoluções no motor e no câmbio, mexeu-se também na plataforma. Graças a um sub-chassi (quem sustenta a suspensão dianteira) mais flexível, há mais estabilidade. E não é papo de engenheiro: numa pista fechada, o novo Civic contornou curvas mais “pregado” ao chão e com os pneus reclamando bem menos que o modelo atual, lá também presente para comparações.
Além de mais estável, está sensivelmente mais macio, absorvendo melhor as irregularidades do piso. E o desempenho continua adequado às intenções de um sedã médio.

O novo Civic é mais carro que o atual. Reclamavam da falta de equipamentos, e a Honda incrementou o sedã de equipamentos. Reclamavam do porta-malas pequeno, e lá foi a montadora ampliar seu espaço. Reclamavam das saídas de frente em curvas mais ousadas, e agora é preciso exagerar para tirar o carro de sua trajetória. Até GPS, que a versão atual nunca sonhou ter, essa tem.
Mas alguma coisa na sua essência se foi. O Civic continua um carro gostoso de guiar, mas não especial. O câmbio manual não é mais seco e preciso; é macio e preciso. A direção hidráulica era direta e tinha o peso ideal; a nova é elétrica, e diminui um pouco a comunicação entre motorista e carro. E o volante, que convidava qualquer um a dirigir, passou a ser apenas uma peça para movimentar o carro para um lado para o outro.

Enquanto o atual é um carro mais visceral e de pretensões esportivas, esse é um ótimo sedã, mas levemente apimentado. É provável que a nona geração leve o modelo a retomar a liderança no segmento de sedãs médios – afinal, o atual campeão Corolla pouco fez para manter o trono, recebendo alterações discretíssimas, bem menores em quantidade e intensidade do que as que o Civic ganha agora. Mas o atual modelo certamente deixará saudades.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Novo Civic 2012 No Brasil

os bons entendedores de carro ficou claro que com exceção do Fiat Uno, os novos lançamentos do mercado automobilístico não andaram fazendo muitas alterações e inovações nos seusmodelos para 2012. Foi o caso do Honda Civic, que depois de tantas especulações e flagras foi inaugurado no salão de Detroit. Com a nomenclatura de “Concept” para despistar os menos atentos, o Novo Honda Civic não trouxe muitas novidades.
A parte externa foi deixada mais compacta sem alterar o interior do veículo. Os faróis sofreram uma pequena alteração e foram mais elevados em direção à lateral o que deixou alguns usuários do modelo bem satisfeitos. Uma pequena mudança no capô também pôde ser observada, agora ele se apresenta mais largo apenas.
A traseira atualizou as lanternas, que antes eram largas dando lugar a conjuntos triangulares menores. As laterais ganharam pequenos frisos e perdeu a curva da traseira deixando-o parecido com o Prius da Toyota. Só que existem algumas controvérsias em relação ao modelo lançado no Oriente e nos Estados Unidos e o que deverá ser lançado no Brasil. Alguns consumidores desejam que o modelo para os brasileiros seja realmente diferente e alguns ficam receosos por pensar que se lá fora o modelo já não agradou, quem dirá o que virá para o Brasil.O que as montadoras mais temem no momento de fato são os valores. Pois ainda abatidos com a crise que assolou o mundo, todos esperam render bastante em 2011 e 2012. Por isso, ainda em estudo não se sabe bem ao certo o preços exatos para cada versão, a única coisa certa é que as novidades para o novo Honda Civic já deu o que fala para os críticos der plantão.Agora é esperar pelas possíveis novidades que a montadora ainda pode oferecer para o modelo que será lançado no Brasil. Os amantes de carros ficam na espera desta apelativa expectativa que já existe desde o pré-lançamento fora do país.

Honda reserva três carros reestilizados. para o Brasil em março de 2012

De acordo com o site da revista Car And Driver, a Honda deverá começar o ano de 2012 com três lançamentospara o mercado brasileiro. A montadora japonesa lançará em março do próximo ano a nova geração do CR-V – que será mostrada como modelo de produção em Los Angeles –, além dos City e Fit reestilizados.
O City reestilizado será o mesmo vendido na Tailândia, com discretas modificações visuais, restritas aos para-choques, grade dianteira, lanternas, rodas, além de acabamento melhorado. Já o monovolume Fit será exclusivo para o Brasil que, segundo a apuração da revista, deverá receber novos para-choques, grade, frisos, rodas e rack de teto.

O interior do Honda Fit poderá receber nova padronagem de tecido nos bancos e acabamento mais aprimorado.

[Fonte: Car And Driver]

domingo, 23 de outubro de 2011

Honda revela visual do Civic europeu

Versão hatch do Civic europeu exibe linhas bem mais esportivas do que a versão americana do modelo

Este é o novo Honda Civic. E se ele não se parece muito com o modelo que foi lançado em janeiro nos Estados Unidos, é porque trata-se da versão europeia do sucesso japonês, exibido nestas imagens na opção hatch. As linhas parecem bem mais esportivas e arrojadas do que o sedã norte-americano, uma aposta no dinamisto e no público jovem que o Civic tem na Europa.

Segundo a Honda, praticamente todos os componentes do novo Civic foram desenhados para valorizar a sua dirigibilidade, reduzir seu consumo e emissões, torná-lo mais prático e ampliar o seu espaço interno. Tudo isso com inspirações em fuselagens de aviões para ampliar a aerodinâmica. As vendas começarão no Reino Unido em janeiro do ano que vem, e as informações de motorização e versões serão divulgadas apenas amanhã, no Salão de Frankfurt, com cobertura de Autoesporte.

Modelo será vendido exclusivamente na Europa a partir de janeiro de 2012

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Honda lança novo Civic Si Sedan nos EUA – Civic brasileiro seguirá o modelo chinês

Disponível há alguns meses na carroceria cupê, a conhecida versão de alta performance do Honda Civic, Si, passa a estar disponível também na carroceria Sedan, nos Estados Unidos. O modelo, que ganhou nova geração há alguns meses ganhou motor mais potente, mas não chegará ao Brasil.