Mostrando postagens com marcador Ford. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Ford. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 1 de março de 2012

Ford mostra Shelby Mustang GT500 Conversível

Uma das estrelas do Salão de Chicago, que abre suas portas ao público amanhã (10) nos Estados Unidos, é a versão conversível do esportivo Shelby Mustang GT500. A mais apimentada variante do cupê da Ford chega agora ao modelo sem capota com o mesmo vigor, isto é, 660 cv de potência e nada menos do que 83 kgfm de torque máximo.
Preparado pela divisão esportiva SVT (Special Vehicles Team), que completa 20 anos, o motor 5.8 V8 (oito cilindros, em "V") recebe turbocompressor, eixo carda confeccionado em fibra de carbono, transmissão revista e leva o GT500 Conversível a uma velocidade máxima de 320 km/h. Também há amortecedores com ajuste eletrônico e um novo acerto de chassi.

Assim como o cupê, o Shelby Mustang GT500 pode receber o Performance  Pack e o Track Pack, que inclui resfriadores para o óleo do motor, para o diferencial traseiro e para a transmissão. O conjunto é indicado para uso em pistas e aumenta a durabilidade dos componentes.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Sem alarde, Ford deixa de produzir F-250

Versões top da nova Ford Ranger vão ocupar espaço deixado pela picape grande
A F-250 emplacou apenas 2.507 unidades no mercado brasileiro em 2011, amargando a 50º colocação entre os veículos comerciais leves. Agora, a Ford do Brasil confirmou que descontinuou a produção da picape grande na fábrica de São Bernardo do Campo. O modelo já não aparece mais no site da marca. O foco da marca do oval azul é preparar o lançamento da nova geração da picape média Ranger, produzida na Argentina. A Série F da Ford era produzida no Brasil desde 1957. A F-250 estreou no país em 1998, para substituir a F-1000 e enfrentar a Chevrolet Silverado.

Sem reestilizações recentes, o modelo era oferecido em três versões, todas com motor turbodiesel 3.9 litros de 203 cv. A F-250 partia de R$ 111.140 na variante com cabine simples e tração 4X2 e chegava a R$ 138.330 na versão com cabine dupla e tração 4X4. A estratégia agora é que as versões topo de linha da nova Ranger atendam aos clientes da F-250. A Série F, no entanto, continua presente no Brasil. O site da Ford Caminhões ainda oferece as versões F-350 e F-4000, que já são considerados caminhões leves. 
                            
                            

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Ford aumenta recheio do Fiesta RoCam e mantém preços

Na versão topo de linha 1.6, o hatch completo é vendido por R$ 38.900 e o sedã sai por R$ 40.900

por Túlio Moreira
MotorDream


Depois de reduzir em até R$ 3.500 os preços de New Fiesta hatch e sedã, a Ford resolveu aumentar a oferta de equipamentos da linha Fiesta RoCam, sem mexer no preço das versões de dois e três volumes. A marca do oval azul incluiu um novo catálogo para a versão básica, que agora traz vidros elétricos, aquecedor e limpador e desembaçador do vidro traseiro. Os novos recursos se somam a travas elétricas das portas e porta-malas, botão localizador, alarme, código antifurto e travamento automático das portas a 15 km/h. A versão de entrada da gama parte de R$ 26.900 no hatch e R$ 28.990 no sedã.

Se o cliente optar pelos kits Pulse e Class, que agregam ar-condicionado e direção hidráulica, levará o motor 1.6 litro pelo preço do modelo 1.0: R$ 33.900 para o hatch e R$ 35.900 para o sedã. A Ford quer destacar o custo/benefício de dois de seus modelos mais vendidos no Brasil e convocou a cantora de axé Claudia Leitte para estrelar a campanha que marca a chegada dos novos preços às concessionárias da marca. Batizada de Fiesta Upgrade, a campanha começa a ser veiculada na mídia a partir de quinta-feira (26).

Desde a versão de entrada, o Fiesta RoCam também inclui ajuste de altura do banco do motorista, aviso sonoro de faróis acesos, conta-giros, relógio digital e banco traseiro rebatível e bipartido. As configurações topo de linha do modelo também ganharam novidades. Agora, itens que eram vendidos separadamente – como CD player com MP3, rodas de liga leve, airbag duplo e freios com ABS – fazem parte do pacote de série dessas versões. O hatch top sai por R$ 38.900 e o sedã custa R$ 40.900.

FORD NEW FIESTA FICA MAIS EM CONTA

ersões hatch e sedã agora partem de R$ 45.950 e R$ 47.950, respectivamente


Uma das críticas recorrentes do Ford New Fiesta aqui no Brasil era seu preço elevado. Pelo menos quanto a essa questão o ano de 2012 começa com uma boa notícia. É que a Ford garantiu uma redução de preço para o modelo de até R$ 3.500. Com isso, a versão hatch agora parte de R$ 45.950, e a sedã sai por R$ 47.950.

Segundo a Ford, a redução do preço se dá em função do aumento de unidades do modelo importadas do México. Com os novos preços, o New Fiesta deve acirrar a briga com rivais como C3, Polo e Punto. A liderança do segmento, no entanto, deve ser conquistada somente com o New Fiesta nacional, que será produzido na fábrica de Camaçari (BA) e aposentará o veterano Fiesta Rocam.

sábado, 21 de janeiro de 2012

2012 Ford F-150 Harley-Davidson

O Ford 2012 Harley-DavidsonTM F-150 oferece design personalizado no frio que a formação tem sido conhecido para, com novos acentos de couro de cobra interior, um novo estilizada bodyside gráfico e uma nova roda e premium cor da pintura . Combine isso com um motor V8 6,2-litros padrão e muita tecnologia, e oferece capacidade de potência e estilo como nenhum outro.

O exterior do Ford 2012 Harley-Davidson F-150 oferece um painel frontal arrojado e seis barra de billet estilo grade cromada brilhante, e orgulha-se "Harley-Davidson" badging cromado brilhante. O caminhão também tem uma aparência rebaixada com um padrão, totalmente integrado placa destacável em execução. A cobra é inspirada por inserções em tanque de nível superior motocicletas Harley-Davidson e também entra em jogo no interior. Interior Painéis são abordados em alto-brilho da pintura Tuxedo Black, enquanto a tampa do console e volante superior carregam o couro de cobra.

O Ford 2012 Harley-Davidson F-150 oferece muitas opções de tecnologia para atender as necessidades do cliente. Chave para ajudar os clientes a aproveitar todos os recursos oferecidos pela Harley-Davidson F-150 é um padrão de 4,2 polegadas LCD (liquid crystal display) de produtividade tela .
O exterior do Ford 2012 Harley-Davidson F-150 oferece um painel frontal arrojado e seis barra de billet estilo grade cromada brilhante, e orgulha-se "Harley-Davidson" badging cromado brilhante. O caminhão também tem uma aparência rebaixada com um padrão, totalmente integrado placa destacável em execução. A cobra é inspirada por inserções em tanque de nível superior motocicletas Harley-Davidson e também entra em jogo no interior. Interior Painéis são abordados em alto-brilho da pintura Tuxedo Black, enquanto a tampa do console e volante superior carregam o couro de cobra.

O Ford 2012 Harley-Davidson F-150 oferece muitas opções de tecnologia para atender as necessidades do cliente. Chave para ajudar os clientes a aproveitar todos os recursos oferecidos pela Harley-Davidson F-150 é um padrão de 4,2 polegadas LCD (liquid crystal display) de produtividade tela .

Além disso, o Ford 2012 Harley-Davidson F-150 vem equipado com um padrão de voz ativado por sistema de navegação que integra diversas funções, incluindo reconhecimento de voz entrada de destino, controle climático e SiriusXM Satellite Radio em um fácil de usar sistema, exibindo-os em um toque de 8 polegadasde tela .

Ford bateu em um pouco de sua herança de corrida orgulha-se de criar o 6,2-litros motor a gasolina V8, que utiliza grande furo arquitetura para produzir cavalos de potência e torque impressionante. O motor a gasolina oferece um best-in-class 411 cavalos de potência e 434 lb-ft de torque e oferece máxima de reboque capacidade de reboque de 7.500 libras.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Os 10 Carros mais baratos do Brasil

Concordamos que nos últimos anos a facilidade de adquirir um carro novo aumentou efetivamente. Seja pela “facilidade” de compra oferecida pelas montadoras com parcelamento de 60 vezes sem entrada ou quando o pai de família ou até mesmo um jovem trabalhador economiza e adquiri seu carro com uma boa entrada e parcela o resto. E os carros mais procurados neste caso são os 0km, principalmente, ditos “populares”.
Para quem não conhece, os carros populares são aqueles veículos de entrada das montadoras que atuam no mercado nacional. Entretanto, dar uma olhada em lojas de usado também é uma boa sacada, visto que você pode adquirir um carro fabricado no ano 2000 a diante e com vários equipamentos de conforto, com um estado de conversação excelente dependendo do veículo.
Porém, muitos desejam ter um carro zero, com o inconfundível cheirinho de carro novo e com os plásticos nos bancos. Sendo assim, selecionamos os 10 carros 0km mais baratos a venda no Brasil, que poderá ajudar tanto quem procura seu primeiro carro zero ou até mesmo as grandes empresas, que adquirem modelos desta categoria para trabalho.

Chery QQ
Este sem dúvidas já caiu no gosto de vários brasileiros. Nas grandes cidades onde há revendas da Chery, principalmente, é fácil ver o modelo circulando nas ruas. Lançado no início do ano passado pela fabricante chinesa, o QQ veio para encarar o time dos automóveis populares e entregar o melhor custo beneficio possível. Com preço de R$ 25.120, o pequeno chinês traz de série uma lista de equipamentos invejável: com ar condicionado, direção hidráulica, duplo airbag, faróis de neblina dianteiros e traseiros, trio elétrico e rádio AM/FM com CD Player MP3 com entrada USB.
A motorização do QQ é composta por um motor 1.1 ACTECO movido à gasolina que entrega 68 cv, associado a uma transmissão de cinco velocidades, conjunto suficiente para se deslocar dentro da cidade e realizar viagens curtas.
O visual simpático também foi um dos contribuintes para a boa aceitação do Chery QQ no Brasil. Porém, assim como os demais chineses à venda no País, o QQ sofre com a má visão dos automóveis oriundos na China e com a escassez de peças, que pode demorar vários dias ou até meses para chegar uma peça importada do país asiático para reposição. Entretanto, prefira adquirir um QQ se sua cidade tiver uma concessionária da Chery instalada.

Fiat Mille
Não há que não conheça ou pelo menos tenha andado em um Fiat Mille. Lançado pela montadora italiana em 1983, o hatch – que recebeu o querido apelido de “botinha ortopédica” – é um dos carros mais velhos em produção atualmente no Brasil. Para se ter uma ideia, o estepe fica localizado no compartimento do motor, e não no porta-malas como o convencional.
Porém, a principal sacada do Mille é na economia, graças ao sistema Economy que o modelo recebeu há alguns anos atrás. O automóvel de entrada da Fiat é equipado com um velho motor 1.0 litro flex Economy de 66 cv com etanol e 65 cv com gasolina, e que faz médias de 11,1 km/l na cidade e 15,6 km/l na estrada quando abastecido com o etanol.
Entretanto, a segurança é o principal ponto fraco do modelo. Por se tratar de um projeto antigo, até mesmo os cintos traseiros são de apenas dois pontos para os três ocupantes. Airbag duplo e freios com sistema ABS? Nem como opcional. Na versão mais barata, com duas portas o preço é de R$ 23.455. Já na mais cara, a Way, o Mille entrega visual “aventureiro” pelo preço de R$ 28.301.

Fiat Uno
Bem, se você estava de olho no Mille mas queria um veículo de projeto novo e que não sairá do mercado tão cedo, de uma olhada no novo Uno. O hatch da Fiat é o sucessor do já dito Mille, e traz bem mais modernidade e conforto em relação ao velho modelo. Porém, tudo isso tem um preço, e como tem…
Com R$ 28.480, você leva pra casa um Fiat Uno Vivace 1.0 com quatro portas. Porém, tudo nele é opcional. Até mesmo os para-choques são pretos. Quando equipado com vidros elétricos dianteiros, travas elétricas, faróis de neblina, desembaçador traseiro, predisposição para rádio, direção hidráulica e pintura metálica, o preço salta para R$ 32.180.
Além disso, a Fiat oferece vários kits de personalização, com apliques no painel do carro e adesivos por toda a carroceria. Com esses itens, o preço final é de R$ 32.635.

Volkswagen Gol G4
Esse não é um dos mais indicados para ser o primeiro carro zero km de uma família, devido à suspensão dura e o acabamento rústico. Na versão de entrada Volkswagen Gol G4 não traz nenhum item de série interessante, pelo preço de R$ 26.450 com duas portas. Porém, se você quiser com quatro portas, pintura metálica, vidros elétricos dianteiros, travas elétricas, desembaçador traseiro e preparação para som, o preço vai para R$ 30.760.
O motor que equipa o modelo é um 1.0 litro flex de 68 cv com gasolina e 71 cv com etanol, e torque de 9,4 kgfm e 9,7 kgfm, respectivamente, e transmissão manual de cinco velocidades. Com este conjunto mecânico, o Gol G4 vai de 0 a 100 km/h em 12,8 segundos (G) e 12,2s (E) e velocidade máxima de 168 km/h (G) e 170 km/h (E).

Nissan March
Esse não é nem chinês e nem nacional. Apesar de ser fabricado no México, o March é caracterizado pela Nissan como o primeiro carro desta categoria de origem japonesa. Lançado no ano passado, o Nissan March vem obtendo boas vendas no mercado brasileiro, por conta do visual simpático, o espaço interno tanto quanto generoso, o painel bonito em relação aos seus concorrentes, além do custo benefício aceitável.
O preço inicial do March é de R$ 27.790. E, de série, o modelo traz ar quente, computador de bordo, banco do motorista com regulagem de altura e, principalmente, o airbag duplo, item não oferecido de série por nenhum carro nacional nesta faixa de preço.
A motorização do japonês Nissan March é composta por um motor 1.0 16V flex, desenvolvido pela Aliança Renault-Nissan, o mesmo do Clio. O bloco gera 74 cavalos de potência a 5.850 rpm e 10 kgfm de torque a 4.350 rpm, tanto com etanol como com gasolina. Segundo a montadora, o March acelera de 0 a 100 km/h em 14,4 segundos com gasolina e em 13,7s com etanol.

Lifan 320
Sósia do Mini Cooper – devido o visual “inspirado” no atual modelo da montadora inglesa –, o 320 é o modelo de entrada da Lifan, que foi lançado pela empresa no final de 2010, e é também um integrante da categoria de populares originários da China. O modelo tem a mesma receita utilizada pelo QQ, ou seja, uma relação custo benefício excelente para atrair o consumidor nativo.
Com preço de R$26.980, o Lifan 320 traz de série, duplo airbag, freios ABS, ar condicionado, trio elétrico, direção hidráulica, faróis e lanterna de neblina e rádio AM/FM com CD Player MP3 com entrada USB, e as rodas são de aço como no QQ, sem calotas. Porém, se o cliente quiser rodas de liga-leve e faixas decorativas na carroceria, terá de desembolsar R$ 4.713 a mais.
Apesar de ser fabricado no Uruguai, o chinês 320 também sofre com a má visão do publico em relação a esses carros e também com a falta de peças, até mais do que os da Chery, por se tratar de uma empresa menor e com apenas dois veículos em seu portfólio – o 320 e o 620.
O motor que equipa o Lifan 320 é um 1.3 litro, de 16 válvulas, que entrega 88 cavalos de potência e torque de 11,2 kgfm. A transmissão é manual de cinco velocidades. Há ainda diversas opções de cores para a carroceria, que inclui amarelo, azul, branco, cinza, pink, prata, preto e vermelho.

Chevrolet Celta
Terceiro colocado no ranking de vendas mensalmente, o Celta o veículo mais vendido da Chevrolet no Brasil. O hatch, reestilizado no início do ano passado, traz um visual agradável e um interior que melhorou após as modificações realizadas pela marca em 2011, quando o modelo adotou um volante de melhor empunhadura, bancos com novos tecido, painel com novo grafismo e iluminação “Ice Blue” e novos botões do ar condicionado/ar quente.
A versão mais básica do Chevrolet Celta é vendida por R$ 26.350, com apenas duas portas e para-choques na cor do veículo. Já na versão com quatro portas, o preço cobrado pela montadora é de R$ 28.083, ambos na variante de entrada LS.
Na versão LT, com opcionais como vidros elétricos dianteiros, travamento automático das portas ao atingir 15km/h, protetor de cárter, acabamento interno com detalhes na cor prata e ar condicionado, o preço do Celta é de R$ 32.578. Com direção hidráulica, o valor final salta para R$ 33.297.
O motor que equipa o Celta é o velho 1.0 VHCE Flexpower que entrega 77 cv com gasolina e 78 com etanol, associado a uma transmissão manual de cinco velocidades. Com este aparato mecânico, o modelo vai de 0 a 100 km/h em 13 segundos, em média.

Chevrolet Classic
Velho conhecido dos brasileiros, o Classic passou por uma reestilização que de um “up” em suas vendas. Basicamente, apenas a dianteira e a traseira foram alteradas, recebendo as mesmas linhas do Sail chinês que acabava de sair de linha por lá. Com isso, o Chevrolet Classic se assegurou com o sedã mais vendido do Brasil.
O espaço interno do Classic é razoável para dois adultos e duas crianças, e o porta-malas de 390 litros pode carregar malas de toda a família – principalmente das crianças – com certo aperto. O painel é o mesmo do primeiro Corsa Sedã, sem tirar e nem por.
Vendido em versão única, a LS, o Chevrolet Classic tem preço sugerido de R$ 27.573. Porém, se o cliente quiser optar por direção hidráulica, travas elétricas, vidros dianteiros elétricos com one touch, ar condicionado e alarme, terá que pagar R$ 33.223 no Classic.
O motor é o mesmo do Celta.

Ford Ka
Modelo de entrada da Ford no Brasil, o Ka está com os dias contados. Uma nova geração está prevista para ser lançada no final de 2013, que em uma só tacada substituirá o Ka e o Fiesta. Porém, o Ka pode ser uma boa compra para jovens universitários e para mulheres e homens que procuram um carro para se deslocar no centro urbano.
A reestilização aplicada no meio do ano pela Ford no Ka deu uma revitalizada no visual do carrinho, que não recebia modificações desde o lançamento de sua segunda geração. Foram modificadas a frente e a traseira, além do interior com algumas alterações.
Na versão básica, por R$ 24.500, o Ford Ka traz de série alarme antifurto. Com todos os opcionais, que inclui airbag duplo, rodas de liga leve aro 14, repetidores de seta nos retrovisores, vidros elétricos com one touch, travas elétricas, ar condicionado, direção hidráulica, faróis de neblina e faróis com máscara negra, o preço salta para R$ 31.590, sem pintura metálica.
O motor do Ka é um 1.0 litro que entrega 69 cv a gasolina e 73 cv quando abastecido com etanol, que leva o Ford de 0 a 100 quilômetros por hora em 13 segundos.

Renault Clio
Vendo as baixas vendas do Clio em relação à concorrência, a Renault deu uma atualização que deu um fôlego no modelo: a garantia de 3 anos. Com isso, o Renault Clio reatou seus números em vendas e passou a oferecer um custo benefício agradável em comparação aos velhos hatches populares a venda no Brasil. E, em dezembro, a marca lançou a linha 2012 do Clio.
Foram aplicadas novas calotas e, para reduzir ainda mais os custos de produção, os repetidores de seta no para-lama foi substituído por uma plaqueta com o nome “Clio”.
De série, o modelo traz ar-quente, desembaçador do vidro traseiro, faróis com duplo refletor óptico, para-choques na cor do veículo e vidros verdes.
O preço na versão com duas portas é de R$ 25.300, já com 4 portas o preço vai para R$ 26.800. Incluindo pintura metálica, ar condicionado, direção hidráulica, vidros dianteiros elétricos, travas elétricas e alarme, além de encostos de cabeça traseiros, o preço salta para R$ 32.350.
A motorização do Renault Clio tem motor 1.0 litro Hi-Flex, com 16 válvulas de 76 cv com gasolina e 77 cv de potência com etanol, que o leva de 0 a 100km em 14,3 segundos.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Novo Fusion chega ao Brasil no meio do ano

Segunda geração do sedã virá com o motor 2.0 Ecoboost
Nova geração do sedã médio-grande desembarca no Brasil logo após estreia nos Estados Unidos, no meio do ano
Acabou o mistério. A Ford divulgou as primeiras imagens oficiais da segunda geração do sedã médio Fusion, que fez sua estreia pública nesta manhã de segunda-feira (9), na abertura do Salão de Detroit, nos Estados Unidos. As linhas finais do novo modelo ficaram bem próximas do desenho do conceito Evos, mostrado em setembro passado no Salão de Frankfurt (leia aqui). E a estreia no Brasil será entre julho e agosto desse ano. 

Por aqui, o novo Fusion virá equipado com o novo motor 2.0 Ecoboost de fortes 237 cv de potência – será o primeiro Ford a usar um bloco da família "ecológica". Este propulsor substitui o antigo V6 e usa sistema de sinjeção direta associado a um turbocompressor. Além dele, o sedã usará o propulsor 1.6 Ecoboost de 179 cv e o conhecido motor 2.5 litros a gasolina (aspirado) de 173 cv – único bloco que permanece em oferta. 
Traseira ficou bem menos futurista que a do conceito Evos, mas linhas são elegantes e imponentes
Esses três motores são associados ao (também) conhecido câmbio automático de seis marchas e a versão mais potente (2.0 Ecoboost de 237 cv) pode ter tração integral e substituía equipada com o antigo motor V6. E além dessas, o novo Fusion terá ainda duas versões “verdes”, uma híbrida e outra híbrida plug-in (Energi) – que pode ser recarregada em tomadas. Nas duas, o motor 2.0 Duratec é associado a um elétrico para gerar 185 cv. 

Uma novidade na versão Hybrid do Fusion é que, diferente da atual, o modelo pode rodar a velocidades de até 100 km/h usando apenas eletricidade. O câmbio, nos dois modelos, é o conhecido CVT (continuamente variável). Na Europa, o novo Fusion usará o tradicional nome Mondeo (velho conhecido dos europeus), mas o modelo é basicamente igual ao norte-americano. O lançamento nos EUA será no início seguindo semestre. 
Design frontal do novo Fusion, inspirado no conceito Evos, rompe o marcante estilo "bold" da primeira geração
Interior ficou moderno e traz o sistema multimídia MyFord Touch, que integra GPS, rádio e outras funções
Para a première mundial, a Ford escolheu a cor branca para as versões do novo Fusion com motores Ecoboost
A versão híbrida plug-in Energi pode ser recarregada em tomadas comuns, mas Ford não divulgou a autonomia

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Eis o novo Ford EcoSport

Segunda geração do utilitário compacto é revelada no Brasil e na Índia
Nova geração do Eco é apresentada ainda como protótipo; lançamento no Brasil está previsto para abril
Ford do Brasil revelou, nesta quarta-feira (4), em Brasília, a nova geração do utilitário esportivo compactoEcoSport, lançado no mercado brasileiro em junho de 2003. Após duas reestilizações (a última em 2010), esta é a segunda geração do modelo, que, tal como a primeira linhagem, chega para “revolucionar” o leque de veículos da montadora, sendo o primeiro produto global 100% desenvolvido no Brasil.

O símbolo dessa globalização que a Ford evoca com o novo EcoSport é a própria apresentação do crossover, feita simultaneamente na capital brasileira e na Índia, onde foi aberto nesta manhã de quarta o Salão do Automóvel de Nova Déli. A escolha das capitais de Brasil e Índia reforça a importância dos países emergentes, em um momento de forte crise econômica nos maiores mercados automobilísticos mundiais.
Imagens vazadas em site indiano da Ford, em dezembro, eram mesmo da nova geração do EcoSport 
Nova geração chega em... 
Durante a apresentação do novo EcoSport, em Brasília, a Ford limitou-se a mostrar o carro, cujas imagens ainda eram segredo – duas supostas imagens, publicadas em um site indiano da Ford em dezembro passado, revelaram partes da carroceria (leia aqui). Só que o novo Eco mostrado na capital brasileira ainda é um protótipo, apesar de a montadora afirmar que seu lançamento no Brasil acontecerá em quatro meses.
Por aqui, a segunda geração do utilitário esportivo compacto seguirá sendo produzida na fábrica de Camaçari (Bahia). A plataforma é a mesma do New Fiesta, hoje importado do México nas versões hatch e sedã, mas que também ganhará produção nacional em breve. A Ford não disse quanto custou o desenvolvimento do novoEcoSport, mas a renovação faz parte do investimento de R$ 4,5 bilhões até 2015.

Versão apresentada em Brasília é um protótipo, mas Ford garante lançamento em quatro meses
750 mil Ecos já foram vendidos na América do Sul 

O presidente da Ford do Brasil e Mercosul, Marcos de Oliveira, reforçou na apresentação do novo Eco que, até 2015, todos os veículos da montadora vendidos na América do Sul serão globais – seguindo o projeto “One Ford”. Com os R$ 2,8 bilhões (do montante) destinados à fábrica de Camaçari, a marca vai ampliar a produção local de 250 mil para 300 mil carros/ano. O utilitário também será produzido na Tailândia e na Índia.

Os executivos da Ford presentes no evento em Brasília, entre eles o diretor de assuntos corporativos para a América do Sul, Rogélio Golfarb, também afirmaram que o novo EcoSport dá início ao plano de globalização e que, ainda em 2012, será apresentado um terceiro modelo planetário – no caso, a nova geração da picape média Ranger, com lançamento previsto também para este início de ano. Depois será a vez do novo Ka (talvez no Salão do Automóvel de São Paulo).

Quando foi lançado, em 2003, o EcoSport revolucionou o mercado de utilitários por ter dimensões compactas e preços acessíves. Na época, o modelo tinha até uma versão 1.0 Supercharger, que acabou fracassando nas vendas, mas tinha preço sugerido de aproximadamente R$ 35 mil. Passados quase nove anos, o segmento de SUVs compacto cresceu e, no fim de 2011, o recém-lançado Renault Duster passou o veterano EcoSport nas vendas, deflagrando a necessidade de uma mudança mais profunda.


quinta-feira, 24 de novembro de 2011

FORD ECOSPORT 1.6 XLT FREESTYLE




O destaque do novo EcoSport não está nos belos faróis espichados. Versões, motores e até mesmo o preço continuam como estavam, então também não é isso. A grade inspirada na F-150 americana mostra a intenção de se aproximar da linha de utilitários da marca, como também fará a futura Courier, mas... Das 230 peças novas da linha 2008, a mais importante é o parafuso de borracha que fica acima do pára-choque traseiro, no lado direito. Parece um cogumelo graúdo. Esse cogumelo vem absorver a pancada que você dá ao fechar o porta-malas, papel que antes era cumprido pela borracha de vedação. Depois de alguns meses apanhando, a guarnição perdia a flexibilidade e parava de vedar a tampa. A vibração da porta traseira, de 50,3 quilos, é a principal fonte de ruídos indesejáveis do EcoSport.
Mais que CrossFox ou Idea Adventure, o maior rival do EcoSport nasceu na própria Ford. É um fantasma que atende pelo apelido "NhecoSport". Ele é fruto da equação "carro novo + fábrica nova + método de produção inovador + mão-de-obra inexperiente + equipe de engenharia local reduzida + forte contenção de custos". Em 2003, escolhemos o EcoSport como a Melhor Compra. Era o tipo de carro que todos queriam, um jipinho, muito mais barato que os importados. Seguimos nosso próprio conselho, compramos um para o Longa Duração e, a exemplo de centenas de consumidores, ficamos decepcionados. Então, pouco adianta falar das mudanças de estilo da linha 2008 sem responder qual dos dois prevalece hoje em dia, Eco ou Nheco.
Ao abrir a porta, a cabine parece melhor. O painel ganhou saídas de ventilação vistosas, com aros prateados, e marcadores de combustível e temperatura com ponteiros, mais visíveis que os digitais. É a receita do novo Fiesta, mas com outro tempero. Velocímetro e conta-giros do jipinho moram sob a mesma cobertura, em vez de terem canhões separados. São exclusivos do Eco os botões de vidro elétrico mais seguros, em forma de vírgula (que você puxa para subir), e a bola da alavanca de câmbio com aplique cinza. Se bem que ela se parece muitíssimo com a do Prisma... "Copiamos do Fiesta europeu, que veio primeiro", diz João Marcos Ramos, gerente de design. "Se eles copiaram da gente..." Do pequeno Chevrolet também vem a textura usada na faixa horizontal que passa a cruzar o painel e se estende pelos novos acabamentos de porta. O plástico é o mesmo, mas parece mais convidativo. "As ranhuras que imitam couro ganharam quinas mais arredondadas", afirma Ramos. "Você não consegue ver, mas percebe." Abrutalhada, a cabine ganhou um jeitão de Land Rover.
Os bancos dianteiros agora têm assento mais largo e com abas pronunciadas, que seguram melhor o corpo. Ele vem se juntar ao encosto, que cresceu no ano passado. Falta providenciarem uma plataforma para o pé esquerdo, pois a caixa de roda não oferece apoio. Há algum tempo o forro do teto já não foge para cima, quando apertamos o interruptor da luz interna, e agora o carpete ficou mais felpudo. A empresa diz que adotou mantas de isolamento acústico mais espessas (passaram de 900 para 1 100 gramas por metro quadrado), a fim de trazer a tão almejada paz interior.
"Sim, nós estamos admitindo, o EcoSport tinha problemas de ruído", diz Nahuel Osanai, gerente de projeto da Ford. "Mas fizemos diversas alterações para resolver isso." Nada contra o senhor Osanai, mas eu estava no evento de lançamento, em 2003, e o discurso era igualmente otimista. Precisamos ver como as novidades se comportam na rua.
Chave no contato, vejo que o controle remoto do alarme do EcoSport não fica mais batucando na coluna de direção. Era irritante pelo barulho em si e pelo quanto aquilo era fácil de resolver. Finalmente puseram uma tira de borracha. O passeio começa numa ladeira íngreme, e percebo que não é preciso carregar no pedal de embreagem como eu fazia no nosso Eco de Longa Duração. As duas primeiras marchas foram encurtadas, nessa versão 1.6. No teste de 0 a 100 km/h, em Limeira, o modelo 2008 foi 1,4 segundo mais rápido que o 1.6 flex que testamos há um ano. É bastante coisa.
Mas o mais impressionante nesse EcoSport cedido pela montadora nem é subir ladeiras. É cair em buraco e não ouvir um estrondo. "Como parece sólido!", comentou um colega de redação. Para nós, que tivemos um legítimo NhecoSport, aquilo era demais. Será que esse veio premiado?
Levamos o EcoSport novo e um antigo ao Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), especializado em bater e desmontar carros e propor soluções. Desmontaram painel, forrações e lataria, olharam tudo com lupa e trouxeram o resultado: "Esse Eco não tem improvisos para abafar ruído", diz o técnico Felício Félix. O que ele traz são melhorias pequenas e invisíveis, para acabar com a impressão de que "bate tudo". O porta-luvas do antigo era sustentado por uma tira de metal liso, pelo lado direito. Essa tira quase dobrou de espessura e ganhou a companhia de outra, pelo lado esquerdo. O painel de instrumentos, que era fixado por apenas dois parafusos próximos, agora tem quatro, simetricamente afastados. Os painéis de porta agora têm as beiradas em forma de saias, para amortecer o choque com a lataria e dar pressão na montagem. "Pode acabar trazendo rangido, porque aumentou a área de contato, mas é uma tentativa de evitar impacto", diz o supervisor Eduardo Fernandes. E vai dar certo? "Se vai ser suficiente em todas as situações, a longo prazo, nem a Ford deve saber. O melhor laboratório é a rua", diz. "Mas, sem dúvida, o carro está mais bem preparado."
Dirigia com o pensamento ocupado, a caminho de casa, tentando achar a nova posição do EcoSport no meu ranking pessoal. O silêncio diante dos buracos começou a incomodar, então liguei o rádio. Passava o Campeonato Brasileiro. O Palmeiras perdia em casa para o Náutico, trocou dois jogadores no intervalo e virou a partida. O comentarista da emissora clareou minhas idéias: "Não venham me dizer que o técnico é um gênio, por conseguir mudar o panorama do jogo. Ele entrou em campo com o time errado e apenas corrigiu a escalação". É isso aí. O EcoSport não virou uma maravilha da natureza, mas agora entrega o que se espera dele. Se você for seduzido pelos novos faróis, pode ir em frente sem tanto medo de se decepcionar.

MEDIDAS DE IMPACTO

1. Instrumentos presos por 4 parafusos, em vez de 2.
2. Borracha entre a coluna de direção e o controle da chave.
3. Mais forro anti-ruído.
4. Mecanismo de recirculação do ar simplificado.
5. A estrutura em "H" sob o console foi reforçada com dobras.
6. Nova tira apóia o porta-luvas no "H".
7. Tira de apoio do porta-luvas à lateral ganha vinco e maior espessura.

DIREÇÃO, FREIO E SUSPENSÃO
Deram mais assistência ao freio, mas continua borrachudo. Não é carro para quem ama dirigir.
★★★
MOTOR E CÂMBIO
Encurtar primeira e segunda marchas trouxe um vigor que fazia falta. O motor é tradicional. Consegue alta potência ao privilegiar o ajuste do álcool, no sistema flex.
★★★★
CARROCERIA
Fonte do sucesso e dos problemas do carro. A reforma manteve o lado bom, a beleza, e se esforça em resolver os problemas de ruído.
★★★★
VIDA A BORDO
Está mais quieta, e isso é uma evolução e tanto. Finalmente alargaram o assento do banco, mas falta um apoio para o pé esquerdo.
★★★★
SEGURANÇA
Freio insensível, direção leve e carroceria pouco afeita a manobras de emergência. O Freestyle não traz ABS ou airbag.
★★★
SEU BOLSO
A reforma traz fôlego ao campeão de vendas. As mudanças no acabamento dão robustez ao carro, o que ajudará a manter o valor de revenda.
★★★★

SATÉLITE FORA DE ÓRBITA
 
O EcoSport XLT 2.0 16V não mudou na parte mecânica. No visual, é igual ao 1.6 testado, mas sem a pintura grafite em rodas, retrovisores, grade e frisos laterais. E o volante com airbag agora é diferente, gorducho. A novidade em equipamentos vem num pacote de 600 reais: comando satélite do rádio (do lado errado, à esquerda, porque veio do Focus e este originalmente tem mão inglesa), computador de bordo e alerta de velocidade. Falta o piloto automático.

OS RIVAIS

- VW CrossFox 
A reforma da linha 2008 não curou sua falta de requinte. É o mais barato a ter estepe fora e o que segue mais de perto as vendas do EcoSport.

- Fiat Idea Adventure 
Vem bem equipado de fábrica e traz soluções práticas, como estepe externo protegido pela trava elétrica e espelhinho para vigiar o banco de trás.
VEREDICTO
O estilo do EcoSport estava menos cansado que o do Fiesta e talvez por isso sua reforma, leve como a do irmão, seja mais eficiente. É admirável o esforço da Ford em resolver falhas de acabamento. Não fazem do Eco 2008 um carro excelente, mas ele já não é apenas um rostinho bonito.


Motor: dianteiro / transversal
Cilindrada: 1 598 cm3
Diâmetro x curso: 82,1 / 75,5 mm
Taxa de compressão: 12,3:1
Potência: (A/G) 110,6 / 105,2 cv a 5 500 rpm
Torque: (A/G) 15,8 / 14,8 mkgf a 4 250 rpm
Câmbio: manual / 5 / dianteira
Carroceria: SUV
Dimensões: Comprimento/entreeixos (cm): 424 / 249; Altura/largura (cm): 167 / 173
Peso: 1 208 kg
Peso/potência: (A/G) 10,92 / 11,48 kg/cv
Peso/torque: (A/G) 76,31 / 81,4 kg/mkgf
Porta-malas/caçamba: 292 l
Tanque: 54 l / 508 km de autonomia
Suspensão dianteira: independente tipo McPherson
Suspensão traseira: eixo de torção
Freios: (dianteiros/traseiros) disco ventilado / tambor
Direção: hidráulica / 3 voltas
Pneus: 205/65 R15
Equipamentos: Ar-condicionado; direção assistida; Rodas de liga leve; pintura metálica (opcional); CD player; Vidros/travas elétricos; Espelhos elétricos; Banco traseiro rebatível 2/3 / 1/3
Consumo urbano: 7,1 km/l (A)
Consumo rodoviário: 9,4 km/l (A)
0 a 100 km/h: 12,8 s
0 a 1000 m: 34,4 s
Retomada 40 a 80 em 3ª (ou D): 8,4 s
Retomada 60 a 100 em 4ª (ou D): 13,2 s
Retomada 80 a 120 em 5ª (ou D): 23 s
Velocidade máxima: 165 km/h
Frenagem: 120/80/60 km/h a 0 - 73,1 / 29,9 / 17,3
Ruído interno 1ª rpm máx: 44,4 / 69,3 dBA
Ruído interno 80 / 120 km/h: 61,5 / 68,8 dBA

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

DODGE RAM X FORD F-250 XLT 4X4

MONSTROS S/A - ESTAS PICAPES PASSAM DAS MEDIDAS QUANDO O ASSUNTO É TAMANHO E FORÇA.


Qualquer número é surpreendente na nova Ford F-250, que chega às lojas com motor a diesel eletrônico e tração 4x4, como modelo 2007. Ou na Dodge RAM 2500, sua rival direta. Do tamanho da vareta de óleo do cárter (1,14 metro, na RAM) à posição do banco (1 metro acima da rua na F-250, suficiente para pôr o motorista no último andar entre os carros de passeio, o bastante para enxergar o teto de um VW Fox, que tem 1,54 metro de altura). O motor Cummins 3.9 que passa a equipar a F-250 entrega, na roda, 2235,4 mkgf de torque. Não fosse a falta de aderência, as duas poderiam, literalmente, subir paredes - ou derrubá-las.
Surpreendentes também são os números da Fenabrave: em janeiro e fevereiro, foram emplacadas 248 unidades da F-250 e 139 da RAM. Parece pouco, mas lembre que estamos falando de carros com mais de 5,4 metros de comprimento e 2 de largura, que exigem carteira de habilitação tipo C, de caminhoneiro. E saiba que 65% destas picapes usam tanto espaço (onde caberiam sete motos CG 125) para levar apenas três passageiros: são versões cabine simples. Segundo a Ford, a chegada das F-250 4x4 (antes, limitadas ao 4x2) deve mudar o panorama.
A briga está acirrada. A Dodge oferece desconto de 9% na versão cabine simples e a Ford não fechou o preço de sua novidade: 110000 ou 115000 reais, dependendo da continuidade da promoção da RAM. O normal seria a líder ditar o preço, mas o fato é que a rival está barata. A picape Dodge é isenta de impostos de importação (por ser fabricada no México) e é favorecida pelo dólar em baixa e pela economia de escala. É vendida nos Estados Unidos (51677 unidades em janeiro e fevereiro, mais que Celta, Palio e Fox somados). Na realidade brasileira, a RAM poderia custar mais que a F-250, pois entrega mais.

Usina de força Mas, primeiro, a grande novidade: a Ford passou do MWM 4.2, de seis cilindros, para o Cummins 3.9 MaxPower, de quatro cilindros. É menor, só que mais moderno: injeção common-rail, acelerador eletrônico e quatro válvulas por cilindro. "De 1200 a 3000 rpm, o MaxPower tem mais torque que o máximo atingido pelo MWM. A nova F-250 poderia subir a Rodovia dos Imigrantes (que tem inclinação de 6%) a 135 km/h, contra 115 km/h da outra", diz Gilberto Geri, engenheiro da Ford. Uma bela evolução, mas os 203 cavalos (e 56 mkgf de torque) parecem pouco, comparados aos 330 cavalos (e 81,4 mkgf) a serviço da RAM.
O motor usado pela Dodge é um seis-cilindros de 5,9 litros, também eletrônico. Foi escolhido pela WardsAuto (publicação americana especializada em automóveis há 82 anos) como um dos dez melhores do ano, em 2004, e consegue ser querido nos Estados Unidos, o país do V8 a gasolina. Com essa usina de força (capaz de iluminar centenas de casas, se fosse usada como gerador), a RAM vai aos 100 km/h em 9,9 segundos, rápida como um Peugeot 407 V6. A F-250 leva 15,6 segundos - bem mais lenta, mas de bom tamanho para uma picape de 3 toneladas, com centro de gravidade alto e suspensões rudimentares. A Ford tem molas mais firmes e amortecedores traseiros montados para fora das longarinas, distantes um do outro, dando maior controle ao carro. Na trilha esburacada, a RAM pula muito (desculpe o trocadilho), mas é um ônibus executivo em estrada lisa.

Só a Dodge tem câmbio automático (e, por outro lado, a Dodge só tem câmbio automático). É uma caixa de apenas quatro marchas, um tanto indecisa sobre qual delas usar. Nenhuma maravilha, mas ainda assim mais cômoda que o câmbio manual de cinco marchas da adversária. Com a alavanca em Drive e o piloto automático acionado, o motorista da RAM só precisa virar o volante, trocar os CDs do rádio (não há MP3), acompanhar os números do computador de bordo (um visor azul, no teto, como no Del Rey) e apreciar a vista. O banco do motorista tem ajustes de distância, altura e inclinação do assento elétricos e o mais largo descansa-braço do mundo. É o banco do meio, que tem cinto de três pontos e, nas horas vagas, pode ser abaixado. Ah, ia esquecendo: ele ainda se desdobra em dois porta-objetos, com direito a divisórias e tomada de 12 volts. E, se os objetos forem grandes, atrás dos bancos há uma larga plataforma de plástico.
Escalada A F-250 é o contrário de tudo isso. A bagagem de mão vai no colo, nos pés ou na caçamba, pois a cabine é mais apertada. O terceiro passageiro é cidadão de terceira categoria, com a alavanca de câmbio lhe tomando espaço e protegido por cinto abdominal. O motorista tem banco com ajuste manual de altura (o volante também, mas a articulação na coluna de direção fica tão próxima do motorista que o efeito é mínimo). Computador de bordo? Piloto automático? Nem como opcional. E, se o motorista quiser escalar os 70 centímetros que separam o piso da cabine e o chão, que suba o estribo com as próprias pernas, porque a alça na coluna do pára-brisa é privilégio do carona. Como novidades, a Ford acena com rádio MP3, tecido aveludado e seletor de roda-livre no cubo da roda. Útil no fora-de-estrada, permite descer ladeiras usando freio motor também nas rodas dianteiras, quando a tração 4x4 com acionamento elétrico (presente nas duas picapes) atuaria apenas no eixo traseiro. A caçamba cresceu 41 centímetros em relação à usada nas versões cabine dupla e na cabine simples 4x2, mas ainda assim é 10 centímetros mais curta que a da RAM e 6 centímetros mais estreita (empata em altura).
Como defender a F-250 diante da RAM? Na apresentação à imprensa, a Ford ressaltou o fato de montar o carro aqui, com peças nacionais, livre de uma possível reviravolta na cotação do dólar, e de ter rede autorizada maior. É tudo verdade - e, diante disso, o comprador da Dodge RAM só tem a agradecer. O motor da picape mexicana é da mesma família deste agora usado pela F-250. Muda o número de cilindros, mas boa parte das peças é comum - como nos Opala de quatro e seis "bocas". Quer dizer que, graças à Ford, o cliente da Dodge terá mais lugares a que recorrer em caso de emergência. Poderá procurar ainda a assistência das divisões de caminhões da Ford e da Volkswagen: elas usam o Interact, versão do MaxPower adaptada ao trabalho pesado. Nem mesmo uma crise cambial haverá de parar a gigante RAM.

Comparativo Dodge RAM x F-250
s : Item de série
o : Opcional
- : Não-disponível
Bolso
O preço da F-250 é estimado. O valor definitivo depende do fim (ou não) da promoção de RAM

carrosRAMF-250
Preço do carro básicoR$ 105.000R$ 110.000
Garantia2 anos ou 50.000 km2 anos ou 250.000 km
Número de concessionárias43450
Consumo estrada (km/l)7,17,8
Consumo cidade (km/l)8,69,3
Tanque de combustível/autonomia (l)/(km)128 / 1.100110 / 1023
Conforto
carrosRAMF-250
Ar-condicionado/direção hidráulicas / ss / s
Rodas de liga leve/pintura metálicas / os / o
CD player/comandos no volantes / -s / -
Vidros/travas elétricoss / ss / s
Espelhos/teto solar elétricos / -s / -
Janela traseira basculante-s
Câmbio automático/cruise-controls / s- / -
Computador de bordo/bancos de couros / -- / -
Segurança
A F-250 tem ABS apenas nas rodas traseiras e freio a disco apenas nas dianteiras. A RAM tem discos e ABS nas quatro rodas

carrosRAMF-250
ABS/ABS-t/BAS/EBDs / - / - / s- /s / - / -
Controle de tração/estabilidade- / -- / -
Airbags (motorista/carona)s / ss / -
Encosto de cabeça/cinto de 3 pontos para 3º passageiro- / ss / -
Alarme/imobilizador/controle de aberturas / s / ss / s / s
Desempenho
Câmbio automático explica em parte a enorme vantagem da RAM nas retomadas.
Vindo a 120 km/h, o Mégane da edição passada parou 21,4 metros antes desta F-250.

carrosRAMF-250
0-100 km/h (s)9,915,6
0-1000 m (s)31,736,6
D/3ª 40 a 80 km/h (s)4,36,8
D/4ª 60 a 100 km/h (s)5,510,3
D/5ª 80 a 120 km/h (s)715
Velocidade máxima (km/h)157159
Frenagem 120/80/60 km/h a 0 (m)74,3 / 34,4 / 19,480,2 / 32,4 / 18,8
Ruído interno PM/RPM máx (dB)36,6 / 66,650,6 / 70,8
Ruído interno 80/120 km/h (dB)61,4 / 66,263,2 / 68,3
Velocidade real a 100 km/h (km/h)95,894,6
Ficha técnica
Os dois motores Cummins têm mesmo diâmetro e curso, sendo que o da RAM é 50% maior. Cada cilindro tem quase 1 litro.

carrosRAMF-250
Motor/posiçãodianteiro/ longitudinaldianteiro/ longitudinal
Construção/cilindrada (cm3)6 cil. em linha / 58834 cil. em linha / 3920
Diâmetro/curso (mm)102 / 120102 / 120
Taxa de compressão17,2:117,3:1
Potência (cv a rpm) (A/G)330 a 2900203 a 2900
Torque (mkgf a rpm)81,4 a 160056 a 1500
Câmbio (tipo/marchas/tração)autom. / 4 / 4x4manual / 5 / 4x4
Direção (tipo/nº voltas)hidráulica / 2,8 voltashidráulica / 3,8 voltas
Suspensão dianteiraeixo rígidoeixo rígido
Suspensão traseiraeixo rígidoeixo rígido
Freios (tipo/dianteiro/traseiro)hid. / disco / discohid. / disco / tambor
Pneus265/70 R17265/75 R16
Dimensões
Mais longa que elas, só a F-250 cabine dupla, com 624 cm.

carrosRAMF-250
Comprimento/entreeixos (cm)583 / 357576 / 348
Altura/largura (cm)202 / 198200 / 207
Caçamba (comprimento/largura/altura) (cm)261 / 167 / 51250 / 161 /51
Peso (vazio/carga útil/capac. de tração) (kg)3073 / 1009 / 55912825 / 1165 / 5500
Peso/potência (kg/mkgf)9,313,9
Peso/torque (kg/mkgf)37,850,5
Diâmetro de giro (m)14,915,7
condições do teste
Temperatura: 25 ºC
Pressão atmosférica: 758 mmHg
Altitude: 660 m
Umidade relativa: 53%
veredicto
A Dodge RAM é mais estradeira e a Ford F-250, mais lameira. Talvez você não precise do motor de 330 cavalos e do câmbio automático oferecidos pela RAM. Mas ela custa o mesmo que a F-250 e traz, a mais, airbag do carona, ABS e freio a disco nas quatro rodas, computador de bordo e rodas aro 17.

F-250
R$ 110.000
Novidades: motor, grade, tração 4x4, caçamba, faróis, grafismo no painel e estofamento. E a mesma cara desde que foi lançada, em 1998.
SUSPENSÃO
bom - Melhor que a da RAM, mas não a ponto de ganhar uma estrela a mais. Receita antiga, com eixo rígido e feixe de molas, mas com calibragem firme.
AO VOLANTE
razoável- Bancos confortáveis. A regulagem do volante interfere pouco em altura e muito na inclinação: na prática, escolhe-se entre os modos "normal" e "Kombi". Gasta mais espaço para manobrar que a rival: 15,7 metros.
CARROCERIA
bom - É dura a vida do terceiro passageiro, com o túnel central alto, inclinado nas beiradas, e com a alavanca de câmbio no meio. Como falta espaço atrás dos bancos, a bolsa de viagem precisa ir no colo ou na caçamba.
MOTOR E CÂMBIO
excelente - Belo conjunto, finalmente com tração 4x4. A derrota na pista foi contundente, mas a F-250 não é fraca. A RAM é que exagera.
MERCADO
bom - No mercado há oito anos, tem valor de revenda e público cativo. Mas está cara, comparada à rival. Não assine o cheque antes de saber quanto custa o seguro na sua cidade.

RAM
R$ 105.000
Feita no México, a terceira geração da RAM estreou em 2002. Foi lançada aqui em 2005, com cabine dupla. A simples veio este ano.
SUSPENSÃO
bom - Confortável na estrada, enjoativa em caminhos esburacados. Com eixo rígido na frente e atrás, abre mão da eficiência em prol da resistência.
AO VOLANTE
bom - A direção é precisa, apesar do sistema de esferas recirculantes. O banco do motorista tem ajustes de altura e inclinação do assento elétricos, e o volante tem regulagem de inclinação e distância. Manobrar é que é difícil: o diâmetro de giro é de 14,9 metros.
CARROCERIA
excelente - Caçamba maior, cabine mais espaçosa e visual de torcer o pescoço.
MOTOR E CÂMBIO
muito bom - Câmbio automático indeciso, de reações lentas e com poucas marchas. Mas o motor de seis cilindros é
tão bom que, no fim das contas, a picape Dodge anda agradavelmente bem.
MERCADO
muito bom - Bons ventos do dólar barato trazem a RAM por menos que a F-250, mesmo tendo câmbio automático. O motor tem primos feitos no Brasil, mas não podemos esquecer que a RAM sempre será um carro importado de baixo volume, com peças de acabamento que jamais serão nacionalizadas.