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segunda-feira, 9 de abril de 2012

Avaliação detalhada do novo Fiat Grand Siena

A maior linha de sedãs do Brasil é a da General Motors – que, não por acaso, é quem mais vende modelos nesse segmento. Começa com o Classic, passa pelo Prisma, segue com o novato Cobalt, o médio Cruze, o médio-grande Malibu e o “top” grande Omega. Nessa escala ascendente, ainda irá encaixar em breve um sétimo exemplar de três volumes, o Sonic, um compacto mais equipado que o Cobalt.
Já a Ford oferece os sedãs Fiesta RocamNew FiestaFocus e Fusion. E a Volkswagen contra-ataca com Voyage, Polo, Jetta e Passat. Entre as chamadas “quatro grandes” – marcas que há mais tempo atuam no mercado nacional –, a Fiat estava em situação desprivilegiada no segmento: só tinha o Siena e o Linea.
Para tentar reverter a desvantagem, a marca acaba de apresentar o Novo Grand Siena, a nova geração do Siena. Se posicionará exatamente entre o antigo Siena – que será mantido nas configurações básicas EL 1.0 e EL 1.4 – e o Linea. E o Grupo Fiat ainda planeja complementar a oferta de sedãs com modelos “top” como Chrysler 300 C e Dodge Dart, produzidos pela fabricante norte-americana Chrysler – que os italianos controlam desde o ano passado.
Ao contrário do antigo Siena, que nada mais é do que uma versão com porta-malas protuberante do velho Palio, no Novo Grand Siena a proposta foi criar um sedã com personalidade própria. Ou seja, algo bem distanciado do Novo Palio, lançado em novembro do ano passado. O Siena já vendeu mais de 813 mil unidades desde 1997, quando foi lançado, até 2011.

No ano passado, foram 90 mil unidades – 12% das vendas da marca no Brasil durante o ano. Mas, depois de três face-lifts – 2000, 2004 e 2007 –, perdeu o posto de sedã mais vendido do país paraClassic. Mais recentemente, foi ultrapassado também pelo Voyage e até pelo novato Cobalt. Fica claro que já estava mais do que na hora de criar uma nova geração para o sedã da Fiat.
De acordo com as tendências globais de design automotivo, o Novo Siena nasce maior que a geração anterior em todas as dimensões – o que se explicita no prenome Grand. Em comparação aoSiena antigo, é significativos 13,4 centímetros mais comprido, 6,1 cm mais largo, 5,3 cm mais alto, e tem 13,7 cm a mais de entre-eixos.
No total, o Novo Grand Siena tem 4,29 metros de comprimento, 1,70 m de largura, 1,51 m de altura e 2,51 m de entre-eixos. O novo sedã combina a parte dianteira da plataforma do Uno com a arquitetura traseira e suspensão do Punto.
Em termos de estilo, o Novo Grand Siena pouco herda de seu antecessor. Investe em um visual aerodinâmico, com vincos ascendentes no capô e na lateral que reforçam o aspecto ágil. Os faróis bem espichados também intensificam a sensação de movimento na parte frontal

A traseira é elevada e imponente e as lanternas em forma de setas invadem a tampa do porta-malas, no qual a parte vertical e a horizontal se encontram em um ângulo ligeiramente arrebitado, insinuando um aerofólio. Por dentro, o aspecto geral é moderno e os revestimentos são simples – lembram a versão “top” do Novo Palio.
São três opções de propulsores. O básico é o 1.4 Evo de 85/88 cv. Na versão “top” Essence, o motor é o 1.6 litro 16V E-torq, de 115/117 cv. E continua a existir a motorização batizada de Tetrafuel, que roda com gasolina brasileira misturada com álcool anidro, com etanol, com a gasolina pura usada nos países latinos e também com gás natural veicular. Na versão Essence, o câmbio pode ser manual de cinco marchas ou automatizado Dualogic. Nas outras versões, apenas o câmbio manual é oferecido.
A expectativa da Fiat é que 70% dos Novo Grand Siena vendidos sejam da versão 1.4, 25% da versão “top” 1.6 e 5% da versão Tetrafuel. Os preços ajudam a explicar tais expectativas. O Novo Grand Siena Attractive 1.4 começa em R$ 38.710, a 1.6 Essence manual parte do R$ 43.470 e a com câmbio automatizado Dualogic inicia nos R$ 45.900.
Já a com motor Tetrafuel começa em R$ 48.210. O Siena antigo foi reposicionado e agora custa R$ 31.180 na versão 1.0 e R$ 33.300 na versão 1.4. O sLogan escolhido para o lançamento do NovoGrand Siena – “Faz toda a diferença” – serve também para relacionar o custo de cada produto às suas expectativas de venda. Para a maioria dos consumidores brasileiros, na hora de comprar carro, o preço ainda faz toda a diferença.

Primeiras impressões – Missão possível
Santiago/Chile – O segmento de sedãs é encarado pelos fabricantes de automóveis brasileiros como o primeiro passo na evolução para os que sempre tiveram um hatch. Ou seja, modelos que refletem a mesma “trajetória emergente” da badalada “nova classe média brasileira”.
É o segmento da sociedade que tornou-se a menina dos olhos de várias marcas e o alvo preferencial de alguns novos sedãs, como Chevrolet Cobalt e Nissan Versa. Ambos são compactos espaçosos, com bom nível de equipamentos, preços competitivos e design que dá a impressão de serem maiores do que são – a chamada “size impression”. Exatamente onde a Fiat quer posicionar o Novo Grand Siena.
Ao entrar, o novo Fiat chama a atenção pelo estilo do interior, moderninho e agradável. Segundo a marca, o novo sedã tem o melhor espaço para pernas no banco traseiro do segmento. O acabamento interno parece o das versões “top” do Novo Palio, sem revestimentos sofisticados ou superfícies macias.
Só não dá para entender porque os vidros da portas da frente não descem totalmente, deixando um inusitado meio centímetro para fora da fresta da porta na parte posterior. Parece erro de projeto e não acrescenta qualquer “glamour” ao modelo.
Dinamicamente, o Novo Grand Siena até que se comportou bem nas estradas chilenas. Foram avaliadas em dois circuitos em torno da vinícola Viña Mar, na periferia da capital, as versões Essence 1.6 com câmbio Dualogic e a Attractive 1.4 com câmbio manual. O câmbio automático Dualogic continua seu processo de evolução e agora já dá bem menos trancos do que na época que foi lançado.
Mas ainda fica difícil manter o bom humor diante da patética mensagem “O comando não pode ser efetuado” que aparece quando se engata uma ré um pouco mais rapidamente. O jeito é respirar fundo, pisar no freio e repetir a manobra de forma mais calma. Ao menos as borboletas no volante tornam a possibilidade de acionamento manual do câmbio bem mais divertida. Já a versão com câmbio manual tem comportamento bastante similar ao câmbio do Novo Uno, que é bem correto.
Não havia curvas muito acentuadas no circuito proposto para a avaliação do novo sedã da Fiat. Foi preciso sair dele para tentar perceber melhor o comportamento da suspensão em alguns trechos sinuosos. E o Novo Grand Siena se saiu de forma satisfatória, sem dar sinais de desequilíbrio nem adernar excessivamente nas curvas. Os freios, quando exigidos de forma mais severa, também reagiram a eficiência esperada de um sedã compacto.
Não chega a surpreender a constatação de que a motorização 1.4 litro oferece desempenho bem menos interessante que a 1.6. Na versão com motor mais modesto, é preciso calcular melhor o espaço disponível para as eventuais ultrapassagens, já que as retomadas são bem mais comedidas.
Em resumo, o Gran Siena pode até não ser um automóvel que irá estremecer o mercado – como o terremoto de 6,8 graus na escala Richter que abalou o Chile no dia seguinte ao lançamento. Mas certamente modelos como Cobalt e Versa vão ter uma vida mais difícil a partir de agora. Tem sedã novo no pedaço.

Ficha técnica – Fiat Novo Grand Siena Essence 1.6 Dualogic
Motor: A gasolina e etanol, dianteiro, transversal, 1.598 cm³, quatro cilindros em linha, quatro válvulas por cilindro com comando simples no cabeçote. Injeção multiponto sequencial e acelerador eletrônico.
Transmissão: Câmbio automatizado com cinco marchas à frente e uma a ré. Tração dianteira.
Potência máxima: 115 cv e 117 cv a 5.500 rpm com gasolina e etanol.
Aceleração de 0 a 100 km/h: 10,0 e 9,9 segundos com gasolina e etanol.
Velocidade máxima: 192 e 194 km/h com gasolina e etanol.
Torque máximo: 16,2 kgfm e 16,8 kgfm a 4.500 rpm com gasolina e etanol.
Diâmetro e curso: 77 mm X 85,8 mm. Taxa de compressão: 10,5:1.
Suspensão: Dianteira do tipo McPherson com rodas independentes, com braços oscilantes inferiores, barra estabilizadora, amortecedores hidráulicos e molas helicoidais. Traseira por eixo de torção com rodas semi-independentes com amortecedores hidráulicos e molas helicoidais.
Pneus: 195/55 R16.
Freios: Discos ventilados na frente e tambor atrás. Oferece ABS com EBD de série.
carroceria: Sedã em monobloco, com quatro portas e cinco lugares. Com 4,29 metros de comprimento, 1,70 m de largura, 1,50 m de altura e 2,51 m de distância entre-eixos. Airbags frontais de série e laterais como opcionais.
Peso: 1.148 kg.
Capacidade do porta-malas: 520 litros.
Tanque de combustível: 48 litros.
Produção: Córdoba, Argentina.
Lançamento: 2012.
Itens de série: ABS com EBD, airbag duplo, ar-condicionado, banco do motorista com regulagem de altura, banco traseiro rebatível, computador de bordo, cruise control, direção hidráulica, faróis de neblina, rodas de liga leve de 16 polegadas, trio elétrico e volante com regulagem de altura.
Preço: R$ 45.990.
Opcionais: Pintura metálica, apoio de braço central, rádio/CD/MP3/Bluetooth, retrovisores externos elétricos, sensor de chuva e de luminosidade, retrovisor interno eletrocrômico, sensor de estacionamento traseiro, airbags laterais e volante multifuncional com borboletas.
Preço completo: R$ 52.020.


quarta-feira, 14 de março de 2012

Fiat deixará produtos maiores para Chrysler

CEO do grupo confirmou que montadora deixará produtos maiores para Chrysler 
Fiat não deve produzir mais modelos de segmentos superiores, confirmando boatos que circulam desde que a montadora anunciou a fusão com a Chrysler. Conforme Sergio Marchionne, CEO do grupo Fiat, adiantou para a publicação britânica Autocar, a marca deve focar seus novos projetos em modelos que não ultrapassem o segmento de sedãs médios. 

Caso isso se confirme, modelos como a perua Croma (que não apresentou bons resultados em sua nova geração) devem ser deixados de lado. O executivo destacou que, caso seja do interesse do grupo um modelo de segmentos superiores, caberia à Chrysler sua produção. Além da recém-adquirida montadora americana, o grupo ainda conta com a italiana Alfa Romeo, que seria a responsável por modelos mais esportivos.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Fiat renova Punto na Europa

Hatch italiano começa a ser vendido em fevereiro; mudanças principais estão da dianteira


A Fiat apresentou o novo Punto para o mercado europeu. O modelo chega às lojas européias em fevereiro. Tem mudanças na grade do para-choque dianteiro, que vem na mesma cor da carroceria do carro, e possui três cores novas na gama de pintura.
    Há duas opções de motor. Um 0.9 dois cilindros Twin Airt turbo movido a gasolina que desenvolve 85 cv a 5.500 rpm e 14,8 mkgf de torque a 2.000 rpm. O outro é o 1.3 MultiJet com 85 cv com algumas mudanças, um  alternador inteligente e um fluxo inteligente, duas ferramentas para diminuir o consumo de combustível do carro e as emissões de gases tóxicos.

    Segundo a marca, o carro emite 98 g de CO2 a cada quilômetro. Há duas opções de modo direcional, normal e spirit. O spirit, com modo Eco ativado, reduz o consumo de combustível para tornar o modo mais econômico. Tem nova grade dianteira com para-choque pintado na mesma cor do kit. As rodas de liga leve de 15” ganharam novo desenho também. As três cores metálicas novas para a carroceria são Azul Glam Rock, Vermelho Tip Tap e Cinza Azulado. 

    Fiat 147 : O pioneiro brasileiro



    Na foto acima, aparece a versão perua da 147, chamada de Panorama.

    Na foto acima, segue o Spazio, que parou em 1984, deixando lugar para o Uno.
    Quando a Fiat decidiu se instalar no Brasil, no início dos anos 70, sabia que terias pela frente VW, Ford e GM com operações consolidadas, investimentos amortizados e intimidade com o mercado.

    Para definir o carro que lançaria, a Fiat recorreu às pesquisas. Elas revelaram que o brasileiro carecia de um carro moderno, de perfil familiar, ágil no trânsito e, principalmente, econômico. Enfrentar o VW Fusca, que reinava nas ruas, era difícil, mas os estudos mostravam que o brasileiro já considerava o Besouro um pouco defasado.

    A solução foi partir do Fiat 127 italiano, sucesso na europa desde 1971. A empresa trouxe algumas unidades do 127 em 1974 para ver como se comportaria encarando o calor, as estradas de terra e as ruas esburacadas locais. Após rodar por aqui, os carros voltaram à Itália para ser examinados. E a conclusão dos italianos foi de que o 127 poderia ser vendido no país, mas só após de passar por transformações.

    A fábrica de Betim foi inaugurada em julho de 1976 e nosso 147 chegou no fim do ano, como linha 1977. Logo criou fama pela racionalidade do projeto, de dimensões compactas por fora e amplas por dentro, e pelas inovações, como o motor transversal refrigerado a água, com comando de válvulas no cabeçote. O estepe ficava no cofre do motor, liberando o porta-malas para atingir 440 litros. O 147 também tinha estabilidade nas curvas e o motor de 1049 cm³ e 57 cv era valente e bebia pouco.

    A família cresceu em 1978, com a pick-up e as versões GLS (foto) e Rallye, com motor 1.3 de 61 cv. Em 1980, ganhou frente toda nova - os anúncios o chamavam de "Fiat Europa". Na época, chegava a perua Panorama, mas o Spazio, em 1982, trouxe novidades: o 147 mudou por fora e por dentro. O Spazio parou em 1984, abrindo espaço para o Uno. Mas a Fiat conservou as versões de entrada C e CL até 1987.

    sábado, 21 de janeiro de 2012

    Palio Sporting veste traje de atleta para ser o melhor da linha

    Hatch carrega no visual esportivo e consegue reunir bom desempenho e economia
    Aos poucos os carros nacionais com apelo esportivo deixam a profusão de acessórios, adesivos e penduricalhos inúteis de lado para carregarem alterações mais, digamos, palpáveis. Os principais exemplos encontram-se na gama Fiat, que, além das versões T-Jet de Bravo, Linea e Punto, conta com Idea e Uno Sporting. Ao contrário do primeiro grupo, que tem um motor turbinado e exclusivo, estes se apoiam somente em suspensões mais firmes, rodas maiores e identificação visual distinta para se dizerem esportivos. Em alguns casos, como o do Idea, o resultado é positivo: ele anda e faz curva bem. O Uno, por sua vez, deixa a desejar, apesar do ganho em dirigibilidade.
    O mais novo integrante dessa turma é o recém-renovado Palio, que estreou sua versão Sporting juntamente com o restante da linha. E, felizmente, o hatch pende para a turma do Idea: o motor E-torq 1.6 16V garante um bom fôlego ao hatch nas retas, enquanto a suspensão mais firme evita que a carroceria incline demais em curvas, comportamento que a Fiat já havia combatido, em parte, nos Palio "normais". O resultado: o Palio Sporting é, de longe, a melhor versão do modelo em termos de desempenho, dirigibilidade e conforto.
    O Palio Sporting é vendido em duas configurações:

    Fiat Palio Sporting 1.6 16V -- R$ 41.310
    Fiat Palio Sporting 1.6 16V Dualogic -- R$ 43.830

    Como é de praxe, ao buscar versões mais completas de carros com apelo popular o comprador acaba entrando numa outra faixa de preço e, consequentemente, têm a opção de comprar carros de segmento superior. Restringindo-se à Fiat, o cliente do Palio Sporting pode economizar R$ 720 e levar para casa um Fiat 500 Cult, que, apesar de menor, é mais estiloso e bem acabado que o Palio -- ou então pagar R$ 230 a mais do que a versão Dualogic e adquirir um Punto Essence 1.6 16V, com todas as vantagens de ser um carro de um segmento superior.
    Sabe aquele atleta de final de semana que, num inocente futebol entre amigos, veste uniforme completo, caneleira e chuteira da moda? O Palio Sporting segue a filosofia do "não basta ser atleta, tem de parecer profissional". Isso pode ser visto nos adesivos que aludem à versão e numa inexplicável imitação de saída de ar nas laterais do carro. Mas também há pontos positivos, como as rodas aro 16 polegadas, de desenho agradável e totalmente funcionais, auxiliando na estabilidade do carro.

    Outro ponto que chamou a atenção no carro avaliado, ainda mais na cor "amarelo Indianápolis", foi a grande semelhança visual com o Punto T-Jet. Os apliques de plástico escuro nos arcos dos paralamas e em outras partes da carroceria, somados aos faróis ovalados com máscara negra, ajudam nessa sensação.

    E ANDANDO?
    Definir o comportamento dinâmico do Palio Sporting é simples: ele anda bem, é gostoso de dirigir e bebe pouco. Como dito anteriormente, a suspensão mais firme dota o carro de um apetite para curvas que não é visto em nenhuma versão da linha. E isso não significa que o carro tenha ojeriza a pisos irregulares: o acerto ficou tão bom que deveria ser copiado para os demais Palio, sem o risco dos compradores reclamarem que o compacto ficou desconfortável.

    Principais concorrentes:
    • 207 Quiksilver : 44.300
    • Gol Rallye: 43.030
    • Sandero Stepwey: 42.990
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    Novo Siena é fotografado quase sem disfarces e gera especulação sobre Dart

    Fiat Siena 2012 é fotografado quase sem disfarces; carro ficou mais encorpado
    O lançamento da nova geração do Fiat Siena é questão de tempo -- provavelmente de umas poucas semanas.
    As fotos dão a impressão de que o novo Siena ficou mais encorpado que o atual, e possivelmente maior. Um dos indícios é a vigia entre as portas traseiras e a coluna C, que não existe no modelo 2011. Ela foi instalada justamente pela necessidade de aumentar a área envidraçada para acompanhar o ganho em comprimento -- ou então porque o teto ganhou novo formato, mais arqueado quando desce em direção ao terceiro volume (que também parece maior que o atual). Ou, possivelmente, por ambas razões.
    Dodge Dart: sedã, baseado em um Alfa Romeo, poderia ser um irmão maior do novo Siena
    Nota-se ainda a lateral com um vinco ascendente na altura das maçanetas, igual ao do novo Palio. É cedo para cravar, mas esse recurso de estilo pode ter, no sedã, o mesmo efeito que teve no hatch: o de fazê-lo parecer com um arquirrival (Palio e Gol, Siena e Voyage).

    O que mais impressiona na principal foto clicada por Marlos, no entanto, é a semelhança (talvez circunstancial) entre as dianteiras do novo Siena e do Dodge Dart, que foi lançado nos Estados Unidos no Salão de Detroit, ainda aberto ao público. Verdade que, decupando o visual dos dois carros, as diferenças vão aparecendo -- mas a curva em "U" aberto feita pelos conjuntos ópticos e pelas grades é a mesma. E tanto Siena quanto Dart parecem mergulhar em direção a quem os observa.
    Vamos às especulações: o Linea, suposto sedã médio (ou, vá lá, premium) da Fiat no Brasil, vai sumir aos poucos, tornado inútil por um Siena maior, mais sofisticado e com opção de motor 1.8. Ou então: novo Siena e o atual Linea convivem por um tempo, até que sejam feitas as necessárias adaptações para que um sedã baseado no Dodge Dart (que, por sua vez, é baseado no Alfa Romeo Giulietta, sendo que todas as marcas são da Fiat), com porte e conteúdo adequados para enfrentar players de porte médio, possa ser lançado no Brasil.

    Só para constar: o Dart tem entre-eixos de 2,7 metros, 10 cm mais que o Linea. Mas está na mesma turma dos citados Jetta e Cruze (respectivamente 2,65 m e 2,68 m), de Renault Fluence (2,7 m) e de Honda Civic (2,67 m).

    A semelhança "facial" entre Siena e Dart sugere que o primeiro pode ter a função de ajudar o consumidor a se "pré-acostumar" com o segundo, para recebê-lo sem estranhamento como integrante do catálogo Fiat, num futuro a definir. O que pega, por ora, é o fato de o Dart ser fabricado apenas nos EUA, o que deixaria seu preço brasileiro nas alturas devido às taxas de importação (35%) e o regime de IPI elevado para carros de fora do Mercosul e México. Mas quando -- e se -- este último país anunciar que fabricará o Dart, sua vinda ao Brasil será uma certeza.

    Ford baixa preços do New Fiesta Hatch e Sedan

    Modelo tem redução de até R$ 3.500, dependendo da versão, no valor de tabela da fábrica


    Carsale - A Ford reduziu os preços do New Fiesta em até R$ 3.500 na rede em todo o país. Com isso, o modelo passa a custar a partir de R$ 45.950 na versão Hatch e R$ 47.950 na versão Sedan. A montadora também ampliou a oferta do veículo no mercado brasileiro, com o aumento do volume de entrega da fábrica mexicana para a América do Sul.

    “Com essa reprogramação, a fábrica poderá atender com maior disponibilidade os consumidores que desejam o New Fiesta no nosso mercado", afirma Oswaldo Ramos, gerente nacional de Vendas da Ford.
    Importado do México, o modelo introduziu no segmento de compactos premium o novo estilo Kinetic e tecnologias de conectividade e segurança, como sistema multimídia SYNC com comando de voz em português, controle de estabilidade e de tração, assistência de partida em rampa e sete airbags - incluindo airbag de joelho e sensor de classificação do passageiro.

    Desde a versão de entrada, o New Fiesta é oferecido de série com direção elétrica, ar-condicionado, trio elétrico e rodas de liga leve de 15 polegadas. O motor é o Sigma 1.6 16V Flex, todo em alumínio, de 110 cv a 115 cv de potência.

    quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

    Os 10 Carros mais baratos do Brasil

    Concordamos que nos últimos anos a facilidade de adquirir um carro novo aumentou efetivamente. Seja pela “facilidade” de compra oferecida pelas montadoras com parcelamento de 60 vezes sem entrada ou quando o pai de família ou até mesmo um jovem trabalhador economiza e adquiri seu carro com uma boa entrada e parcela o resto. E os carros mais procurados neste caso são os 0km, principalmente, ditos “populares”.
    Para quem não conhece, os carros populares são aqueles veículos de entrada das montadoras que atuam no mercado nacional. Entretanto, dar uma olhada em lojas de usado também é uma boa sacada, visto que você pode adquirir um carro fabricado no ano 2000 a diante e com vários equipamentos de conforto, com um estado de conversação excelente dependendo do veículo.
    Porém, muitos desejam ter um carro zero, com o inconfundível cheirinho de carro novo e com os plásticos nos bancos. Sendo assim, selecionamos os 10 carros 0km mais baratos a venda no Brasil, que poderá ajudar tanto quem procura seu primeiro carro zero ou até mesmo as grandes empresas, que adquirem modelos desta categoria para trabalho.

    Chery QQ
    Este sem dúvidas já caiu no gosto de vários brasileiros. Nas grandes cidades onde há revendas da Chery, principalmente, é fácil ver o modelo circulando nas ruas. Lançado no início do ano passado pela fabricante chinesa, o QQ veio para encarar o time dos automóveis populares e entregar o melhor custo beneficio possível. Com preço de R$ 25.120, o pequeno chinês traz de série uma lista de equipamentos invejável: com ar condicionado, direção hidráulica, duplo airbag, faróis de neblina dianteiros e traseiros, trio elétrico e rádio AM/FM com CD Player MP3 com entrada USB.
    A motorização do QQ é composta por um motor 1.1 ACTECO movido à gasolina que entrega 68 cv, associado a uma transmissão de cinco velocidades, conjunto suficiente para se deslocar dentro da cidade e realizar viagens curtas.
    O visual simpático também foi um dos contribuintes para a boa aceitação do Chery QQ no Brasil. Porém, assim como os demais chineses à venda no País, o QQ sofre com a má visão dos automóveis oriundos na China e com a escassez de peças, que pode demorar vários dias ou até meses para chegar uma peça importada do país asiático para reposição. Entretanto, prefira adquirir um QQ se sua cidade tiver uma concessionária da Chery instalada.

    Fiat Mille
    Não há que não conheça ou pelo menos tenha andado em um Fiat Mille. Lançado pela montadora italiana em 1983, o hatch – que recebeu o querido apelido de “botinha ortopédica” – é um dos carros mais velhos em produção atualmente no Brasil. Para se ter uma ideia, o estepe fica localizado no compartimento do motor, e não no porta-malas como o convencional.
    Porém, a principal sacada do Mille é na economia, graças ao sistema Economy que o modelo recebeu há alguns anos atrás. O automóvel de entrada da Fiat é equipado com um velho motor 1.0 litro flex Economy de 66 cv com etanol e 65 cv com gasolina, e que faz médias de 11,1 km/l na cidade e 15,6 km/l na estrada quando abastecido com o etanol.
    Entretanto, a segurança é o principal ponto fraco do modelo. Por se tratar de um projeto antigo, até mesmo os cintos traseiros são de apenas dois pontos para os três ocupantes. Airbag duplo e freios com sistema ABS? Nem como opcional. Na versão mais barata, com duas portas o preço é de R$ 23.455. Já na mais cara, a Way, o Mille entrega visual “aventureiro” pelo preço de R$ 28.301.

    Fiat Uno
    Bem, se você estava de olho no Mille mas queria um veículo de projeto novo e que não sairá do mercado tão cedo, de uma olhada no novo Uno. O hatch da Fiat é o sucessor do já dito Mille, e traz bem mais modernidade e conforto em relação ao velho modelo. Porém, tudo isso tem um preço, e como tem…
    Com R$ 28.480, você leva pra casa um Fiat Uno Vivace 1.0 com quatro portas. Porém, tudo nele é opcional. Até mesmo os para-choques são pretos. Quando equipado com vidros elétricos dianteiros, travas elétricas, faróis de neblina, desembaçador traseiro, predisposição para rádio, direção hidráulica e pintura metálica, o preço salta para R$ 32.180.
    Além disso, a Fiat oferece vários kits de personalização, com apliques no painel do carro e adesivos por toda a carroceria. Com esses itens, o preço final é de R$ 32.635.

    Volkswagen Gol G4
    Esse não é um dos mais indicados para ser o primeiro carro zero km de uma família, devido à suspensão dura e o acabamento rústico. Na versão de entrada Volkswagen Gol G4 não traz nenhum item de série interessante, pelo preço de R$ 26.450 com duas portas. Porém, se você quiser com quatro portas, pintura metálica, vidros elétricos dianteiros, travas elétricas, desembaçador traseiro e preparação para som, o preço vai para R$ 30.760.
    O motor que equipa o modelo é um 1.0 litro flex de 68 cv com gasolina e 71 cv com etanol, e torque de 9,4 kgfm e 9,7 kgfm, respectivamente, e transmissão manual de cinco velocidades. Com este conjunto mecânico, o Gol G4 vai de 0 a 100 km/h em 12,8 segundos (G) e 12,2s (E) e velocidade máxima de 168 km/h (G) e 170 km/h (E).

    Nissan March
    Esse não é nem chinês e nem nacional. Apesar de ser fabricado no México, o March é caracterizado pela Nissan como o primeiro carro desta categoria de origem japonesa. Lançado no ano passado, o Nissan March vem obtendo boas vendas no mercado brasileiro, por conta do visual simpático, o espaço interno tanto quanto generoso, o painel bonito em relação aos seus concorrentes, além do custo benefício aceitável.
    O preço inicial do March é de R$ 27.790. E, de série, o modelo traz ar quente, computador de bordo, banco do motorista com regulagem de altura e, principalmente, o airbag duplo, item não oferecido de série por nenhum carro nacional nesta faixa de preço.
    A motorização do japonês Nissan March é composta por um motor 1.0 16V flex, desenvolvido pela Aliança Renault-Nissan, o mesmo do Clio. O bloco gera 74 cavalos de potência a 5.850 rpm e 10 kgfm de torque a 4.350 rpm, tanto com etanol como com gasolina. Segundo a montadora, o March acelera de 0 a 100 km/h em 14,4 segundos com gasolina e em 13,7s com etanol.

    Lifan 320
    Sósia do Mini Cooper – devido o visual “inspirado” no atual modelo da montadora inglesa –, o 320 é o modelo de entrada da Lifan, que foi lançado pela empresa no final de 2010, e é também um integrante da categoria de populares originários da China. O modelo tem a mesma receita utilizada pelo QQ, ou seja, uma relação custo benefício excelente para atrair o consumidor nativo.
    Com preço de R$26.980, o Lifan 320 traz de série, duplo airbag, freios ABS, ar condicionado, trio elétrico, direção hidráulica, faróis e lanterna de neblina e rádio AM/FM com CD Player MP3 com entrada USB, e as rodas são de aço como no QQ, sem calotas. Porém, se o cliente quiser rodas de liga-leve e faixas decorativas na carroceria, terá de desembolsar R$ 4.713 a mais.
    Apesar de ser fabricado no Uruguai, o chinês 320 também sofre com a má visão do publico em relação a esses carros e também com a falta de peças, até mais do que os da Chery, por se tratar de uma empresa menor e com apenas dois veículos em seu portfólio – o 320 e o 620.
    O motor que equipa o Lifan 320 é um 1.3 litro, de 16 válvulas, que entrega 88 cavalos de potência e torque de 11,2 kgfm. A transmissão é manual de cinco velocidades. Há ainda diversas opções de cores para a carroceria, que inclui amarelo, azul, branco, cinza, pink, prata, preto e vermelho.

    Chevrolet Celta
    Terceiro colocado no ranking de vendas mensalmente, o Celta o veículo mais vendido da Chevrolet no Brasil. O hatch, reestilizado no início do ano passado, traz um visual agradável e um interior que melhorou após as modificações realizadas pela marca em 2011, quando o modelo adotou um volante de melhor empunhadura, bancos com novos tecido, painel com novo grafismo e iluminação “Ice Blue” e novos botões do ar condicionado/ar quente.
    A versão mais básica do Chevrolet Celta é vendida por R$ 26.350, com apenas duas portas e para-choques na cor do veículo. Já na versão com quatro portas, o preço cobrado pela montadora é de R$ 28.083, ambos na variante de entrada LS.
    Na versão LT, com opcionais como vidros elétricos dianteiros, travamento automático das portas ao atingir 15km/h, protetor de cárter, acabamento interno com detalhes na cor prata e ar condicionado, o preço do Celta é de R$ 32.578. Com direção hidráulica, o valor final salta para R$ 33.297.
    O motor que equipa o Celta é o velho 1.0 VHCE Flexpower que entrega 77 cv com gasolina e 78 com etanol, associado a uma transmissão manual de cinco velocidades. Com este aparato mecânico, o modelo vai de 0 a 100 km/h em 13 segundos, em média.

    Chevrolet Classic
    Velho conhecido dos brasileiros, o Classic passou por uma reestilização que de um “up” em suas vendas. Basicamente, apenas a dianteira e a traseira foram alteradas, recebendo as mesmas linhas do Sail chinês que acabava de sair de linha por lá. Com isso, o Chevrolet Classic se assegurou com o sedã mais vendido do Brasil.
    O espaço interno do Classic é razoável para dois adultos e duas crianças, e o porta-malas de 390 litros pode carregar malas de toda a família – principalmente das crianças – com certo aperto. O painel é o mesmo do primeiro Corsa Sedã, sem tirar e nem por.
    Vendido em versão única, a LS, o Chevrolet Classic tem preço sugerido de R$ 27.573. Porém, se o cliente quiser optar por direção hidráulica, travas elétricas, vidros dianteiros elétricos com one touch, ar condicionado e alarme, terá que pagar R$ 33.223 no Classic.
    O motor é o mesmo do Celta.

    Ford Ka
    Modelo de entrada da Ford no Brasil, o Ka está com os dias contados. Uma nova geração está prevista para ser lançada no final de 2013, que em uma só tacada substituirá o Ka e o Fiesta. Porém, o Ka pode ser uma boa compra para jovens universitários e para mulheres e homens que procuram um carro para se deslocar no centro urbano.
    A reestilização aplicada no meio do ano pela Ford no Ka deu uma revitalizada no visual do carrinho, que não recebia modificações desde o lançamento de sua segunda geração. Foram modificadas a frente e a traseira, além do interior com algumas alterações.
    Na versão básica, por R$ 24.500, o Ford Ka traz de série alarme antifurto. Com todos os opcionais, que inclui airbag duplo, rodas de liga leve aro 14, repetidores de seta nos retrovisores, vidros elétricos com one touch, travas elétricas, ar condicionado, direção hidráulica, faróis de neblina e faróis com máscara negra, o preço salta para R$ 31.590, sem pintura metálica.
    O motor do Ka é um 1.0 litro que entrega 69 cv a gasolina e 73 cv quando abastecido com etanol, que leva o Ford de 0 a 100 quilômetros por hora em 13 segundos.

    Renault Clio
    Vendo as baixas vendas do Clio em relação à concorrência, a Renault deu uma atualização que deu um fôlego no modelo: a garantia de 3 anos. Com isso, o Renault Clio reatou seus números em vendas e passou a oferecer um custo benefício agradável em comparação aos velhos hatches populares a venda no Brasil. E, em dezembro, a marca lançou a linha 2012 do Clio.
    Foram aplicadas novas calotas e, para reduzir ainda mais os custos de produção, os repetidores de seta no para-lama foi substituído por uma plaqueta com o nome “Clio”.
    De série, o modelo traz ar-quente, desembaçador do vidro traseiro, faróis com duplo refletor óptico, para-choques na cor do veículo e vidros verdes.
    O preço na versão com duas portas é de R$ 25.300, já com 4 portas o preço vai para R$ 26.800. Incluindo pintura metálica, ar condicionado, direção hidráulica, vidros dianteiros elétricos, travas elétricas e alarme, além de encostos de cabeça traseiros, o preço salta para R$ 32.350.
    A motorização do Renault Clio tem motor 1.0 litro Hi-Flex, com 16 válvulas de 76 cv com gasolina e 77 cv de potência com etanol, que o leva de 0 a 100km em 14,3 segundos.

    quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

    Fiat apresentará Ellezero em Genebra

    Perto do lançamento, novo compacto da Fiat já foi flagrado na Europa
    A Fiat revelará seu novo compacto para a Europa no Salão de Genebra, que acontece em março. Trata-se doEllezero (ou L0), que foi desenvolvido sobre a plataforma pequena da marca, a mesma que será utilizada para seus projetos nos EUA. Derscrito como uma mistura de 500 com Panda, o Ellezero ainda nã foi revelado oficialmente, mas foi flagrado em fotos que circulam na internet esta semana.
    É esperado que o Ellezero tenha motor 1.4 a gasolina, mesma opção que será oferecida nos EUA, e seja oferecido como um compacto falimiar de luxo. O modelo será montado na fábrica da Fiat na Sérvia, de onde as primeiras unidades sairão no segundo semestre.