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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

JAC apresenta J3 Cross

O líder de vendas da JAC motors ganhou uma versão aventureira. Batizado de J3 Cross, a marca chinesa apresentou o modelo no Salão de Chengdu. Além de adereços estéticos, o JAC conta com suspensão 30 mm elevada e rodas de 15 ou 16 polegadas. As fotos foram clicadas pelo site Car Auto Home.
O modelo da JAC ganhou para-choques mais robustos, moldura nos para-lamas e apliques na parte de baixo das portas. No interior, novos tecidos nos bancos, portas e um novo grafismo no painel. Novas cores e câmbio automático fazem parte da lista de novidades do J3 aventureiro.
Embora o J3 não sofra alterações no preço, ainda não se sabe o posicionamento da marca quanto à vinda da versão Cross do hatch para o Brasil. Com o aumento expressivo do IPI para carros importados, provavelmente o JAC J3 Cross não chegue às terras brasileiras, já que o preço alto inviabilizaria a venda do modelo no mercado brasileiro.

Leia mais JAC apresenta J3 Cross - Novidades Automotivas 
http://novidadesautomotivas.blogspot.com/ 

domingo, 23 de outubro de 2011

JAC minivan J6 Chinesa R$ 58.800

Minivan J6 tem garantia de 6 anos; Versão de cinco lugares custa R$ 58.800, e com sete passa a R$ 59.800

“Inesperado.” No comercial da JAC, Faustão define bem o desempenho da marca no Brasil. No mercado há três meses, ela fechou o primeiro semestre como segunda maior importadora de veículos do país, atrás da Kia. Com preço competitivo, boa oferta de equipamentos e garantia de seis anos, colocou nas ruas pouco mais de 8.500 unidades do J3, hatch e sedã. E quer ir além. Para tanto, passa a oferecer a J6. A minivan sai por R$ 58.800, na versão de cinco lugares, e R$ 59.800, na de sete, como a que você vê aqui. É uma faixa de preço que atrai consumidores ainda mais exigentes. A J6 está pronta para eles?

Quando o assunto é espaço, a minivan não passa aperto. Nem o quinto passageiro, em geral negligenciado, sofre. Seu banco é mais estreito que os dos vizinhos, mas ele viaja com conforto. Se o lugar estiver vago, os ocupantes das laterais podem rebater o encosto central e usar os porta-copos disponíveis ali. Eles também podem regular, individualmente, a inclinação do encosto e a posição longitudinal dos assentos, já que há sistema de deslizamento.

Entre os itens de série, estão luzes de neblina, sensor de estacionamento e travamento automático das portas a 15 km/h

A flexibilidade chama atenção. Puxe uma alça daqui, levante outra de lá e pronto, os bancos podem ser rebatidos e retirados. Pena que o dispositivo para essas operações não seja dos mais modernos. Além disso, faltou cuidado ao projetar as tiras de tecido que deveriam prender os bancos da segunda fila após o rebatimento. Elas não são elásticas e não alcançam a haste do encosto de cabeça dianteiro. Adesivos obrigatórios ensinam a conduzir as mudanças. Um deles alerta: “É proibido colocar qualquer parte do corpo sob o assento durante o rebatimento do banco”. OK.

Na terceira fileira, o espaço é limitado. Atende crianças. Mas nem elas encontram boa posição para os pés. O acesso ao local não é simples. Mas o pior é sair: as pernas esbarram na presilha que fixa o banco da segunda fila ao assoalho. Com os dois assentos “extras”, o porta-malas é bastante reduzido. Sem eles, a JAC divulga capacidade para levar 720 litros.

A J6 traz dois avanços em relação aos J3: ajuste de altura para os cintos da frente e comando central para travar e destravar portas. Porém, ainda é estranho um carro de R$ 60 mil que não abre quando a maçaneta é acionada. Digo R$ 60 mil, mas pode ser mais. A pintura metálica ou perolizada custa R$ 1.190, as rodas aro 17, R$ 1.600, e o revestimento de couro para os bancos, R$ 1.800. Couro de série, só no volante que, assim, ganha pegada melhor. Com ajuste de altura, ele incorpora botões para controle de volume do som e para troca das rádios. Só que o comando não alterna entre as emissoras que já estão programadas. No console central há entrada USB. Mas a qualidade do som deixa a desejar.

Acabamento deve em sofisticação e volante não conta com ajuste de profundidade

O painel da J6 é emborrachado, bem como a área das portas com a qual os ocupantes têm maior contato. Ainda assim, falta refinamento ao acabamento. No quadro de instrumentos predomina o tom azul, como no J3. Mas é possível regular a intensidade da luz. Falta ali um computador de bordo. O velocímetro, por sua vez, é estranho. Traz sobre a escala numérica uma peça que lembra um transferidor. Ela fica saltada e a graduação não bate certinha com a dos registros de velocidade, o que confunde a leitura. Quando o ponteiro chega a 120 km/h, o do conta-giros marca 3.900 rpm. Apesar da alta rotação, o ruído do motor não incomoda. O barulho mais incômodo surge ao passar por pisos irregulares.

As imperfeições das vias são bem absorvidas pela suspensão, independente nos dois eixos. Com configuração dual link atrás, ela apresenta bom acerto, como comprovamos na pista de testes. Lá, também, testamos o motor 2.0 de 136 cv e 19,1 kgfm. Ele substitui o 1.8 oferecido na China e empurra razoavelmente os 1.500 kg da J6, que leva 13,4 s para alcançar 100 km/h – com gasolina, afinal, não é flex. As retomadas de velocidade também não são das melhores: para voltar aos 100 km/h a partir dos 60 km/h, gastam-se 12 s. Tudo isso com a participação do câmbio manual de cinco marchas. Seus engates não são ruins, mas fazem um pouco de barulho, assim como o pedal de embreagem de longo curso, que apresentava rangido na versão avaliada. A transmissão automática não está nem estará disponível tão cedo, de acordo com o responsável pela importação do J6, Sergio Habib, presidente do Grupo SHC.

Rodas são aro 17; Com bancos rebatidos, capacidade de carga é de 2.200 litros

Os números que mais decepcionam são os de frenagem. Apesar do ABS, a minivan demora a parar. Em situação de emergência a 80 km/h, pede 31 m para interromper o movimento. Se algo dá errado, o airbag duplo frontal ajuda a garantir segurança.

O primeiro lote da J6 chega ao país nesta primeira semana de agosto. Parte dele já está comprometido: segundo a JAC, 600 unidades foram vendidas – mesmo sem oportunidade de test drive. A expectativa é de que entre 1.000 e 1.500 unidades sejam emplacadas todos os meses. Apesar de vir completa, ter visual atraente e boa oferta de espaço, temos dúvidas se tantas pessoas vão se dispor a pagar R$ 60 mil pela minivan chinesa. Se a previsão se confirmar, teremos de usar mais uma vez o bordão do Fausto Silva. Será “inesperado”.

Mercado de minivans
A aposta de vender de 1.000 a 1.500 unidades é bastante ambiciosa. Segundo dados exibidos por Habib, o segmento de minivans atingiu apenas 2.000 unidades no primeiro semestre deste ano. “Mas há potencial para atingir 8.000, especialmente se contarmos com todos os canais de distribuição, o que inclui táxi, frota, locadora... O problema do segmento é que os carros envelheceram e as montadoras não se preocuparam em renová-los”, afirma o executivo.

Perfil do consumidor
Na apresentação do J6 à imprensa esta manhã também foram revelados dados de uma pesquisa realizada com131 compradores do modelo. Confira a seguir:

65% deles são homens.
Entre eles, 79% serão os próprios usuários do carro.
De maneira geral, o J6 foi adquirido por pessoas na faixa dos 33 aos 55 anos, casadas e com filhos.
25% dos compradores já possuem três carros ou mais.
11% chegaram à revenda por indicação de alguém.
54% das pessoas compraram o modelo na primeira visita à concessionária. 31%, na segunda.
Entre os que não fecharam negócio na hora, 55% voltaram dentro de no máximo uma semana para faze-lo.
25% vão levar para casa a versão com cinco lugares. Os demais, compraram a configuração Diamond, com sete assentos.
27% dos compradores não comparou o J6 com nenhum outro modelo antes de fazer sua opção. 19% deles consideraram a Nissan Livina e 17%, a Chevrolet Zafira. 6% cogitaram levar o Hyundai Tucson.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

JAC sonha alto no Brasil: terá fábrica até 2014

JAC J2 será a próxima atração e pode ser fabricado em novas versões

Sergio Habib, presidente da JAC no Brasil, marcaram uma coletiva de imprensa para anunciar uma montadora no Brasil, que poderá produzir até 100 000 unidades/ano. Serão investidos US$ 600 milhões, 3500 pessoas serão empregadas diretamente e mais 10 000 indiretamente.

Não ficou claro se a JAC montará os modelos em regime CKD (Completly Knock-Down, ou seja, virão desmontados) ou se eles a produção será feita no Brasil. A JAC se limitou a dizer que haverá "nova linha de veículos não vendidos por aqui ainda", o que poderia indicar variações do J2 ou mesmo um carro totalmente novo.
Linha J3 certamente terá modificações até 2014

Para Sérgio Habib, a meta é tirar o consumidor dos ônibus e das motocicletas e oferecer automóveis por menos de R$ 40 000. A Chery, igualmente chinesa, construirá uma planta em Jacareí (SP). Ainda é um mistério o estado que receberá os investimentos.

Efeito JAC faz Ford igualar o preço do Fiesta ao do J3


Após o sucesso dos modelos JAC J3 e Turin, a Ford reduz os preços do Fiesta RoCam 1.6, tanto o hatch quanto o sedan. Para este mês de maio, a versão hatch será vendida por R$ 37 990, o mesmo preço do J3 Hatch, e o Sedan estará disponível pelo mesmo valor do Turin: R$ 39 990.

Além do motor 1.6, os modelos virão com ar-condicionado manual, direção hidráulica, vidros e travas elétricas, computador de bordo, faróis de neblina, freios ABS e airbags dianteiros. Os JAC oferecem ainda vidros elétricos (dianteiros/traseiros), sensor de estacionamento traseiro, retrovisores elétricos, iluminação do porta malas e abertura interna da tampa do tanque de combustível.

Por enquanto, os preços serão válidos apenas em São Paulo e Rio de Janeiro.

JAC vende 1139 carros em sete dias

A montadora chinesa JAC Motors, que abriu 50 concessionárias ao mesmo tempo no dia 18 de março (além de outros pontos de venda), vendeu até o dia 25 de março 1139 carros (entre o hatch J3, na foto, e o sedan J3 Turin)!

O apresentador de TV Fausto Silva, que é o garoto-propaganda da marca, colaborou para a disseminação das vendas, e Sérgio Habib, representante da montadora no Brasil, já espera vender 4000 unidades em abril (a expectativa anterior era de 3 mil unidades).

JAC J5 é flagrado de novo em São Paulo

Carsale – O internauta Ricardo Akira fotografou o sedã médio-grande JAC J5 na rodovia Presidente Dutra, próximo ao aeroporto de Cumbica, em Guarulhos (SP). Quando o motorista percebeu que estava sendo flagrado, saiu em disparada, pegou a rodovia Hélio Smidt e seguiu para a Ayrton Senna. Ele não conseguiu captar imagens da parte frontal do carro. O automóvel estava praticamente sem camuflagem – só os logotipos estavam encobertos.

JAC supera Nissan e Mitsubishi em São Paulo

Dados do Renavam, baseados no licenciamento de carros novos (automóveis e comerciais leves), mostram que a General Motors foi a montadora com a maior participação de mercado na cidade de São Paulo em abril, com 18,5%, seguida da Fiat (16,8%), Volkswagen (14,5%) e Ford (9,9%).