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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Dacia revela a Lodgy, minivan derivada do Logan

Modelo estreia no Salão de Genebra, em março, e pode vir ao Brasil
A plataforma de código B0 (zero), lançada em 2004 pela Dacia, na estreia do sedã compacto Logan na Europa, não para de gerar frutos. Esta semana, a fábrica romena, que pertence ao grupo Renault-Nissan, revelou as primeiras imagens da Lodgy, uma discreta minivan com proporções médias (similares às da Nissan Livina) e foco no que se tornou a principal arma de LoganSanderoDuster e cia: a boa relação custo/benefício. 

Até o momento, a montadora divulgou apenas informações preliminares da minivan, que será apresentada oficialmente no Salão de Genebra, no início de março. A Lodgy tem 4,5 metros de comprimento e terá versões para cinco e sete passageiros – exatamente como a Livina, que também deriva da plataforma B0. O nome vem da palavra lodge, cuja tradução do inglês remete a um alojamento, uma moradia temporária, uma segunda casa.
A idéia foi ressaltar o espaço interno, que assim como nos outros membros da família Logan, será extremamente generoso. Se promete seguir a mesma receita dos irmãos, é bem provável que a Lodgy chegue ao mercado europeu com preços acessíveis, combinados a motorizações compactas e econômicas – também herdadas de Logan e Sandero, como o bloco 1.6 litro 16V a gasolina de 105 cv de potência. 

Assim como LoganSandero e Duster, a Lodgy também tem grandes chances de vir ao Brasil – caso isso aconteça, a minivan também deve ser produzida na fábrica de São José dos Pinhais (Paraná), junto com os outros modelos. Outra certeza é que, por aqui, o modelo usará o escudo da Renault e deve ser rebatizado. O anúncio pode acontecer na abertura do Salão do Automóvel de São Paulo, marcada para o fim de outubro.

Marca russa Lada começa vendas do sedã Granta

No Brasil, a Lada é mais conhecida como a fabricante do Niva, modelo utilitário de pouco conforto e muita raça vendido nos anos 90. Foi a primeira marca a importar oficialmente para o país após a abertura comercial. Hoje, na Rússia, seu principal modelo em linha é o Samara, um sedã que não sofreu mudanças desde 1997 e que não vende muito bem.
Por isso, a empresa criou o Granta, que irá substituir o Samara com o objetivo de resgatar o sucesso comercial local e, quem sabe, até atrair vendas em países em desenvolvimento. O Granta começa a ser produzido e vendido esta semana na Rússia, com motor 1.6 de quatro cilindros e câmbio manual de cinco marchas. Um bloco 1.4 é esperado até o fim de 2012.

Granta foi desenvolvido a partir de outro modelo hatch, o Kalina, e apenas 30% de suas peças são exclusivas. Isso barateou o custo do sedã, que será vendido por cerca de R$ 14 mil em sua versão básica. Esta opção traz para-choques de plástico sem pintura, rodas de aço com calotas e janelas manuais. Na versão Classic, de cerca de R$ 16 mil, o volante é hidráulico, as janelas e travas têm acionamento elétrico e os freios são ABS. Entre os opcionais, airbags tipo cortina, controle de estabilidade e GPS.
A Lada afirma que já recebeu 20 mil encomendas do Granta. Você encomendaria uma se a russa voltasse am Brasil?


terça-feira, 8 de novembro de 2011

Este é o último ano de produção do Lada Laika

Após 41 anos em produção, finalmente a Lada irá tirar de linha o icônico Lada Laika, vendido na Rússia hoje como 2107, no fim do ano. Nesse tempo todo o modelo passou por diversas alterações entre inúmeras versões e 16,8 milhões de unidades fabricadas. Mas chega uma hora que fazer um carro tão superado não vale mais à pena.
Na verdade ele deveria ter sido descontinuado em 2009, mas no mesmo ano o governo russo incentivou a população a trocar suas latas velhas por novas latas velhas, assim, o modelo, que custava US$ 7.500 saía por US$ 5.600, pouco menos de 9 mil reais (!). Com o fim dos incentivos, em maio, ele deixou de ser interessante e suas vendas caíram a níveis piores do que antes.

Lançado em 1970, como 2101, o sedã compacto usou como base o projeto do Fiat 124 – e muitos diziam se tratar de um carro resistente… No Brasil o modelo foi lançado no Brasil em 1991 na versão 2105. Fora o design ultrapassado, problemas que o carburador apresentava por causa da mistura de álcool a nossa gasolina contribuíram para o fim de suas importações em 1995.