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quarta-feira, 14 de março de 2012

Citroën confirma linha DS no Brasil em 2012

Citroën DS5 conta com motorização híbrida elétrica 
Citroën aproveitou o lançamento da perua DS5 para confirmar a vinda da família de modelos de luxo para o Brasil. Segundo a marca francesa, até o meio do ano que vem toda a linha DS será colocada à venda nas lojas do país. Ainda não foi definido como será o trabalho com esta linha nas revendas, o mais provável é que eles ganhem um espaço diferenciado dentro das lojas. Não foram mencionados preços, mas a marca afirma que oDS3 virá para o Brasil para brigar com o Mini, que custa a partir de R$ 80 mil.
O motor provavelmente será o mesmo 1.6 utilizado no Peugeot 3008, já à venda no Brasil, com quem o DS5divide plataforma. Ele deverá chegar por aqui com o mesmo sistema Hybrid 4 que utilizará na Europa, que conta com um motor 2.0 de 16 cv de potência auxiliado por um motor elétrico de 37 cv no eixo traseiro. A transmissão é  automática de seis velocidades.

Vendas devem começar no meio do ano que vem no Brasil 

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Citroën C3 que chega no ano que vem


Hatch terá a base do C3 Picasso com estilo arrojado para se aproximar do público masculino


Citroën C3: linhas mais arrojadas com um toque de esportividade diferem bastante da geração atual, com formas arredondadas
É bem incomum a estratégia da Citroën para a família C3, pelo menos no Brasil. O normal é o hatch ser lançado e depois começarem a surgir seus derivados. Aqui, a nova plataforma estreou com o aventureiro AirCross, seguiu com a minivan C3 Picasso, que acaba de chegar às lojas, e fechará o ciclo com o novo C3. Ele começa a ser produzido em Porto Real (RJ) no ano que vem. Por isso, fomos até a França avaliar a novidade. E acabamos rodando quase mil quilômetros com a versão 1.4 8V, de 75 cv.
Antes de mostrar em que o C3 evoluiu, vale ressaltar que o modelo produzido no Brasil terá algumas diferenças em relação ao que é vendido hoje na Europa. Mas voltaremos a esse tema mais adiante. Começando pelo visual, ele ficou mais arrojado que o atual. A impressão é que a marca pretende atrair mais compradores do público masculino, sem perder a preferência que a primeira geração tem entre as mulheres. Por isso as formas ficaram menos arredondadas. A grade bocuda invade o para-choque e tenta dar ao hatch uma “fama de mau”. Os faróis ficaram mais amplos, com a parte superior avançando sobre o capô. Não há mais tomada de ar entre os faróis; só lataria e o emblema dos dois chevrons.




Traseira segue o apelo esportivo do resto do carro e inclui lanternas invadindo parte da tampa do porta-malas
Lateralmente, a evolução é ainda mais sensível. Para começar, o hatch ficou 9 cm mais longo, o que permitiu aos projetistas reduzir o efeito de arco que existia no teto do modelo anterior. Com isso, o para-brisa do novo não é tão abaulado, evitando algumas leves distorções de visão que se verificam no C3 ainda produzido no Brasil. As portas traseiras estão visivelmente maiores, facilitando a entrada e saída dos passageiros. Um vinco estreito percorre a linha das maçanetas, enquanto outro, mais largo, enfeita a parte inferior das quatro portas.





Volante cm base achatada é o mesmo do C3 Picasso

Mas é olhando de trás que o carro fica irreconhecível para quem se acostumou com a geração anterior. As lanternas triangulares e altas deram lugar a formas retangulares, com um prolongamento superior que invade a tampa do porta-malas. E a placa desceu da tampa para o para-choque, deixando o visual mais limpo e moderno. Falando em porta-malas, ele ficou um pouco menor – levava 305 litros, agora leva 300 l. Ainda é um dos melhores do segmento, mas tem a boca muito alta. Como minha mala era bem pesada, exigiu um esforço extra para chegar até a base da tampa. E, depois, outro para acomodar no piso, que é fundo – outra opção é largar e torcer para não quebrar nada.


No conjunto, o novo C3 está mais bonito e deverá dar um fôlego ao modelo que foi lançado aqui em 2003 e teve um levíssimo facelift em 2008. Rodando, não se notam tantas evoluções assim. O mais nítido é a melhoria na estabilidade, muito em função do alargamento do carro em quase 7 cm, além do maior comprimento. Com isso, a estabilidade melhorou, mesmo que a altura não tenha mudado. Nas curvas à beira do rio Loire (região com infindáveis castelos ao sul de Paris), o carro transmitiu segurança, mesmo em velocidades mais altas. E a direção elétrica é precisa, além de muito leve em manobras de estacionamento.

O motor da unidade alugada era o 1.4 8V de 75 cv, mais fraco que o 1.4 flex brasileiro, de 82 cv. Em compensação, com o uso de materiais mais modernos, o novo C3 ficou 60 kg mais leve. Com a boa gasolina francesa, o carro responde bem na cidade e oferece agilidade quando solicitado. Mas, na estrada, o motor trabalha a um giro muito elevado e não passa confiança para ultrapassagens em pistas de mão dupla. Além disso, sofre um pouco em subidas. Seria pior se o ar estivesse ligado – não foi necessário, pois estava em pleno inverno europeu.


Acabamento caprichado na versão topo de linha com bancos dotados de largos apoios laterais
Além desse motor, o novo C3 tem na Europa opções 1.1 de 60 cv, 1.4 16V de 95 cv e 1.6 16V de 120 cv, sem falar nas versões a diesel. No Brasil, ele terá os mesmos 1.4 Flex e 1.6 16V Flex (113 cv) do atual, provavelmente com alguns aperfeiçoamentos.
O modelo brasileiro, conhecido internamente como Ai51, também terá mudanças no desenho dianteiro, segundo fornecedores de peças: a grade será igual à do AirCross, com os contornos cromados se juntando para formar o logotipo da marca. Já o para-choque será semelhante ao da versão esportiva DS3, com apenas uma mudança: a posição das DRL (Day Running Lights). Sim, o C3 vai chegar aqui com essa tecnologia, que mantém luzes da frente (mais fracas que os faróis baixos) acesas enquanto o carro estiver ligado. Esse item será obrigatório na Europa a partir do ano que vem, e a Citroën vai oferecê-lo também no Mercosul.
O interior pouco evoluiu em termos de espaço, apesar de o carro ter crescido. A área lateral melhorou, mas pessoas altas ainda sofrem um pouco nos bancos traseiros com a falta de espaço para as pernas. O painel ficou bem melhor, abandonando o confuso modelo atual, em que tudo se concentra num único visor. Agora são três instrumentos circulares atrás do volante: os dois da esquerda analógicos (conta-giros e velocímetro) e o da direita digital, com funções de computador de bordo. O volante é idêntico ao usado hoje no AirCross, de ótima empunhadura e com regulagem de altura e profundidade. Aliás, o painel frontal no modelo nacional deverá ser igual ao do modelo aventureiro, com exceção do aparato off-road, obviamente. Economia de custos em escala de produção é fundamental para que o preço do C3 não suba.





Teto panorâmico mantém o interior bem iluminado e com aspecto bem arejado, o que transmite a sensação de amplitude
A versão básica avaliada contava com um dispositivo para aromatizar o ambiente com fragrâncias, altamente dispensável. Mas não tinha entrada USB, a exemplo do atual C3 brasileiro – uma falha enorme nesses tempos “conectados”. Ao menos os botões dos vidros elétricos migraram do console para as portas. Os comandos do ar-condicionado têm boa ergonomia. Os do sistema de som são pequenos e ficam numa posição muito baixa, o que é amenizado por algumas funções realizadas por botões atrás do volante. 
A alavanca que regula a inclinação dos assentos dianteiros é mal localizada, perto da porta e de difícil regulagem (não é giratória). O porta-luvas ficou muito maior (leva 13 l e pode ser refrigerado), e sua tampa fica bem recuada, permitindo bom espaço para os joelhos do passageiro.
O nível de equipamentos é bom para a categoria. Ele vem de série com airbags frontais e laterais, ABS, ar digital, regulagem de altura do banco do motorista, etc. E a cada versão vai agregando mais itens, como kit multimídia, controlador de velocidade, faróis de neblina, controle de estabilidade e (a grande atração do modelo!) o enorme teto panorâmico, que infelizmente não deverá ser oferecido no C3 brasileiro. Se vale a pena esperar pela chegada do novo? Sem dúvida. Com quase uma década de estrada, o C3 atual implora por novidades. Não por acaso, a Citroën mantém suas vendas em alta à custa de incontáveis séries especiais.



Silhueta lembra a do C3 atual, mas uma série de detalhes estéticos deixaram o novo modelo com aspecto mais sofisticado


O nosso C3 

As fotos desta reportagem são de divulgação e mostram a versão topo de linha, com seu vistoso teto panorâmico. Mas o C3 avaliado foi esse vermelho, alugado, versão intermediária, mais próximo do que será vendido no Brasil. O roteiro de ida e volta a Paris (quase mil km) incluiu cidades turísticas do Vale do Loire, como Blois, Chambord, Tours e Saumur. 

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Linha DS da Citroën chegará ao Brasil no ano que vem

A Citroën aproveitou o Salão de Frankfurt para confirmar a chegada da linha DS ao Brasil em 2012. De acordo com a marca francesa todos os modelos da família estarão nas concessionárias brasileiras até o final do 1º semestre.

Embora ainda não tenha sido definida a forma como os modelos serão comercializados no país, a idéia inicial deverá ser a criação de espaços diferenciados dentro de cada loja para valorizar o caráter de exclusividade dos cfarros.

O DS3, modelo mais famoso e comercial da linha, possivelmente chegará ao Brasil equipado com o motor 1.6 turbo de 156 cv que já equipa o Peugeot 3008. Embora ainda não se fale em valores, considerando que a Citroën pretende posicioná-lo como concorrente do Mini Cooper não seria de se estranhar preço na casa dos R$ 80 mil.

domingo, 23 de outubro de 2011

Citroën confirma linha DS no Brasil em 2012

A Citroën aproveitou o lançamento da perua DS5 para confirmar a vinda da família de modelos de luxo para o Brasil. Segundo a marca francesa, até o meio do ano que vem toda a linha DS será colocada à venda nas lojas do país. Ainda não foi definido como será o trabalho com esta linha nas revendas, o mais provável é que eles ganhem um espaço diferenciado dentro das lojas. Não foram mencionados preços, mas a marca afirma que oDS3 virá para o Brasil para brigar com o Mini, que custa a partir de R$ 80 mil.

O motor provavelmente será o mesmo 1.6 utilizado no Peugeot 3008, já à venda no Brasil, com quem o DS5divide plataforma. Ele deverá chegar por aqui com o mesmo sistema Hybrid 4 que utilizará na Europa, que conta com um motor 2.0 de 16 cv de potência auxiliado por um motor elétrico de 37 cv no eixo traseiro. A transmissão é automática de seis velocidades.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Citroën Xsara Picasso sai de linha na Europa

Citroën C3, da mesma geração que o brasileiro, também está marcado para morrer

O fim deste carro que revolucionou tinha, um dia, que acabar. O Citroën Xsara Picasso, assim como o C3 (igual ao brasileiro), sairão de linha na Europa agora, tendo convivido um razoável tempo de sobrevida com seus substitutos (C4 Picasso e novo C3, respectivamente).

O painel digital marcou época e virou "marca registrada" da Citroën

Por lá, a minivan não havia passado pela plástica que recebeu no Brasil em 2007 (alguns devem ter estranhado a "cara velha" do modelo das fotos).

C3 havia passado por ligeira re-estilização em território europeu

Os modelos se mantiveram em linha no Velho Continente por conta do bom custo-benefício, porém a norma antipoluição Euro V matou os modelos: poluindo mais do que o recomendado, não valia a pena para a Citroën modificar os sistemas de escape dos modelos, um tanto defasados (o Xsara Picasso foi lançado em 1998).

Já no Brasil, os modelos se mantêm firmes. Ao menos por mais alguns anos.

Citroën Grand C4 Picasso e C4 Picasso se renovam no Brasil

A Europa já havia sido apresentada ao face-lift das minivans Citroën C4 Picasso e Grand C4 Picasso. Agora, as minivans renovadas chegam ao Brasil como linha 2011. A Citroën divulgou também os preços: R$ 78 490 para a C4 Picasso, R$ 91 990 para a Grand.

As mudanças estão na frente de novo logotipo, tampa traseira, (rodas aro 17"), lentes dos piscas (agora transparentes) e iluminação diurna com LEDs, acima dos faróis de neblina. O motor permanece o 2.0 16V, de 143 cavalos

Citroën Xsara Picasso Movie é lançada

ara animar as vendas medianas do Citroën Xsara Picasso, a marca oferece uma versão da minivan com DVD-Player: é a série especial Movie.

O aparelho é da Clarion (XCM 9501 CBX), instalado no teto, de modo que apenas os passageiros de trás veem o monitor, de 9,5 polegadas, com fones de ouvido sem fio, entradas auxiliares de áudio e vídeo, sistema de áudio independente e controle remoto.
A versão Movie vem ainda com rodas aro 15" e CD Player, além dos itens de série da versão GLX, tudo por R$ 53 990. O motor é o 1.6 16V.

Citroën C3 2012 chega com algumas novidades

Talvez para abafar as atenções sobre o Renault Sandero 2012, a Citroën revela as novidades do C3 2012: faróis com máscara negra (Crystal Black) e rodas de liga leve com acabamento diamantado.

O C3 2012 vem também com sistema de som Pioneer com CD Player/MP3, entrada USB e Bluetooth. O modelo está recebendo uma promoção, onde os bancos de couro e rodas de liga leve são de série em todas as versões. Os motores continuam os 1.4 e 1.6 Flex, e o preço do C3 GLX de entrada é de R$ 37 990.

Citroën C3 Picasso no Brasil a partir de R$ 47 900

Demorou. Mas o Citroën C3 Picasso finalmente debuta no mercado brasileiro, com mudanças em relação ao homônimo fabricado na França. O monovolume é uma versão de "passeio" do AirCross, de roupagem off-road, que foi apresentado em setembro de 2010. De frente, podemos perceber que o C3 Picasso brasileiro possui uma grade na altura dos faróis, que integra o duplo chevron da marca, enquanto o modelo francês tem apenas o logotipo da Citroën.

O C3 Picasso possui para-brisa dividido em três partes, proporcionando ampla visão (não tão ampla quanto o modelo francês, que tem uma verdadeira bolha à frente, sem divisões). A lateral é muito semelhante ao monovolume C3 da França.
Na traseira, mais mudanças: a tampa do porta-malas é igual à do Citroën AirCross, porém sem o estepe. Uma pena, pois a placa deslocada para a esquerda e o "quadrado arredondado" igualmente assimétrico que acomoda o logo Citroën e a própria placa destoaram bastante do visual "clean" da minivan. O para-choque também conserva lanternas em posição baixa, que lembram a Ferrari California.
modelo possui oito opções de cores para a carroceria, com nomes em francês: Blanc Banchise (Branco), Gris Aluminium (Prata), Rouge (o vermelho do modelo da foto acima), Perla Nera (Preto), Gris Cendré (algo como um cinza-champanhe), Grafito (algo como cinza-grafite) e Bleu Bourrasque (o azul-escuro do C3 Picasso à esquerda da foto de abertura).

O motor do C3 Picasso é o consagrado 1.6 16V Flex que produz 110/113 cavalos e 15,8 kgfm de torque (número com etanol). A transmissão é manual de cinco velocidades ou a automática AT8 com trocas sequenciais de quatro marchas.

O painel é o do AirCross, mas bússola e inclinômetros não estão disponíveis. O modelo familiar oferece GPS, mesinhas tipo “avião”, porta-revistas, tomada 12V, CD Player Pioneer for Citroën, com entrada para USB e iPod, Bluetooth e HiFi-Like (aumenta a qualidade das ondas sonoras), espelho de vigilância (similar ao Fiat Idea), espelho cortesia nos para-sóis e aviso do uso de cinto de segurança (apenas para o motorista). Os itens de série são ar-condicionado manual, direção hidráulica, vidros, travas e retrovisores elétricos de série, travamento à distância e computador de bordo.

O Citroën C3 Picasso terá três anos de garantia e será vendido a partir de R$ 47 900 (versão GL). O modelo GLX, que pode ser equipado com airbags e ABS, custará R$ 50 400 (o câmbio automático vem por mais R$ 2 500). Já a versão Exclusive, completa e que tem ABS e airbags de série, bate em R$ 57 400, chegando aos R$ 60 400 com câmbio automático (preços sem opcionais). É o começo do fim para o Xsara Picasso, lançado em 2001 no Brasil, que até vende constantemente bem - porém ofuscado pelas novidades.

Mancada: o modelo GL do C3 Picasso não vem com airbags frontais ou freios antitravamento ABS, mas a Citroën não disponibilizou os itens de segurança nem como opcionais. Para uma marca francesa que preza pela segurança em outros mercados, é imperdoável.