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segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Kia Soul 2012 já é vendido no Brasil

A reestilização do Kia Soul, apresentada no Salão de Nova York, em abril, finalmente chegou ao Brasil. As novidades visuais do carro coreano começam pelos faróis, que ganharam luzes de LEDs de funcionamento diurno (obrigatórias na Europa); grade, capô e para-choques redesenhados; conjunto ótico traseiro também composto por LEDS, e para-choques igualmente modificados, com luzes de neblkina posicionadas nas extremidades, a fim de dar uma impressão mais larga ao modelo. Na lateral, destaque para as novas rodas e os retrovisores com luzes de direção.

Internamente, a arquitetura fora mantida, e apenas revestimentos inéditos são novidades. Além do visual, outra grande novidade é a adoção do câmbio de seis marchas, seja manual ou automático. O motor 1.6, de 126/130 cavalos continua impulsionando o Soul.

Segundo a marca coreana, os preços não foram alterados, o que significa que o modelo continua partindo de R$ 54.400 na versão de entrada e chegando a R$ 67.400 na configuração topo de linha, com câmbio automático e câmera com visor LCD para marcha à ré, entre outros itens.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Kia lança seu primeiro minicarro

Prático e urbano, Ray deve ser vendido apenas na Coréia do Sul

Sem vocação para encarar a estrada, Kia Ray é essencialmente
 urbano deverá receber motor de baixa cilindrada
Muito populares no Japão, os chamados kei cars são carrinhos de dimensões hipercompactas e desempenho bem modesto, criados especialmente para rodar nas cidades e predominantemente fabricados por montadoras japonesas. Nesta semana, porém, a coreana Kia surpreendeu ao revelar seu primeiro minicarro. Trata-se doRay, modelo que segue a proposta dos pequenos veículos nipônicos. O carro se diferencia pelo visual quadradão, que até lembra o Soul nas linhas dos faróis dianteiros e da grade. 

Ray tem portas traseiras deslizantes, que garantem praticidade no uso cotidiano, além de bom espaço interno. Embora a marca ainda não tenha revelado informações mecânicas, a lógica é que veículo receba um bloco de motor de baixa cilindrada. Por enquanto, o lançamento só será comercializado na Coréia do Sul, mas com tamanha mobilidade e conforto, o Ray bem que poderia fazer sucesso entre os motoristas que trafegam pelas caóticas ruas da grande São Paulo. 
Visual "quadradão" compromete a aerodinâmica, mas é um dos
 diferenciais do Ray por favorecer o espaço interno

domingo, 23 de outubro de 2011

Kia Carnival desembarca atualizada no Brasil

Minivan sul-coreana estreia nova grade frontal e motor menor e mais potente
Reestilizado, o Kia Carnival chega a partir de R$ 124.900
A Kia Motors do Brasil confirmou nesta segunda-feira (20) a chegada da minivan Carnival atualizada no País. O modelo familiar exibe nova grade frontal (no atual formato “boca do tigre”) e motor menor e mais potente. Segundo a montadora, o novo bloco 3.5 litros V6 a gasolina, com duplo comando variável, gera 276 cv de potência a 6.300 giros – pouco mais que os 242 cv a 6.000 rpm entregues pelo antigo bloco 3.8 litros V6.

No entanto, o novo motor tem menos torque que o antecessor: os 35 kgfm aos 3.500 giros do antigo 3.8 V6 passam a 34,2 kgfm a 4.500 rotações no novo 3.5 litros V6 (ambos aspirados). Por outro lado, a minivan agora usa um câmbio automático sequencial de seis marchas, uma a mais que a transmissão anterior, de cinco marchas. No mercado brasileiro, a Carnival passa a ser oferecida em duas versões.
A mais em conta delas custa R$ 124.900 mil e já vem bastante recheada de recursos sofisticados. Há, por exemplo, bancos para oito ocupantes, chave inteligente Keyless, duplo airbag frontal, freios com ABS e EBD, sensor de luminosidade e rádio/CD com entradas USB e auxiliar. Já a Carnival topo de linha (R$ 154.900 mil) traz airbags laterais e de cortina, rodas de liga leve 17’’, ar digital, revestimento em couro, entre outros itens.

Uma volta no novo Picanto

Novo Kia Picanto parte de R$ 34.900 com ar-condicionado, direção elétrica, rodas de liga, duplo airbag e mais

O Kia Picanto sempre se destacou pela lista generosa de equipamentos de série. E nisso a nova geração mantém a tradição: desde a versão básica, de R$ 34.900 (ou R$ 39.900 com câmbio automático), vem com ar-condicionado, direção elétrica, CD player com entrada para iPod, rodas de liga, trio elétrico e duplo airbag. A novidade é que agora há um pacote opcional de R$ 5 mil que deixa o carrinho ainda mais completo, com direito a faróis e lanternas de leds, airbags laterais e de cortina, teto solar e espelho do para-sol iluminado.

Mais recheado, o Picanto agora também chama a atenção por outros atributos. O estilo ficou bem resolvido com a intervenção do designer Peter Schereyer, que deixou o visual atraente com a adoção de linhas mais retilíneas, grandes faróis e lanternas em forma de bumerangue. Por dentro, o acabamento também está mais apurado, longe de parecer um carro “mil”. O volante traz desenho esportivo, o painel parece de um modelo de categoria superior e o quadro de instrumentos é dividido em três círculos. O material plástico do interior continua rígido, mas agrada ao toque.

Agora com 3,6 m de comprimento, Picanto está 6 cm mais longo e com 1,5 cm extras de entre-eixos

Avaliado apenas na versão automática, de quatro marchas, o Picanto mostrou desempenho mediano, prejudicado pelo câmbio. A transmissão é suave nas trocas, mas a relação longa e o “buraco” entre as marchas atrapalha nas retomadas. Porém, quem tem o Picanto anterior vai perceber que o carro ganha velocidade mais rápido – ficamos ansiosos para dirigir o modelo manual. De resto, a suspensão está menos seca nos buracos (embora o carro continue “durinho”) e a direção elétrica ganhou maior firmeza em velocidades de estrada.

Desenho do compacto foi totalmente renovado e está mais alinhado com os demais modelos da marca

Em movimento, o motor 1.0 de três cilindros surpreende pela suavidade – só sentimos alguma vibração em marcha lenta. O propulsor tem quatro válvulas por cilindro (12 no total) e comando variável na admissão, além de uma taxa de compressão pensada para usar etanol (12,5:1). O resultado são bons valores de torque e potência: 80 cv e 10,2 kgfm, contra 61 cv e 8,8 kgfm do antigo 1.0 quatro cilindros do modelo anterior.