segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Kia Soul 2012 já é vendido no Brasil
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Kia lança seu primeiro minicarro
O Ray tem portas traseiras deslizantes, que garantem praticidade no uso cotidiano, além de bom espaço interno. Embora a marca ainda não tenha revelado informações mecânicas, a lógica é que veículo receba um bloco de motor de baixa cilindrada. Por enquanto, o lançamento só será comercializado na Coréia do Sul, mas com tamanha mobilidade e conforto, o Ray bem que poderia fazer sucesso entre os motoristas que trafegam pelas caóticas ruas da grande São Paulo.
domingo, 23 de outubro de 2011
Kia Carnival desembarca atualizada no Brasil

No entanto, o novo motor tem menos torque que o antecessor: os 35 kgfm aos 3.500 giros do antigo 3.8 V6 passam a 34,2 kgfm a 4.500 rotações no novo 3.5 litros V6 (ambos aspirados). Por outro lado, a minivan agora usa um câmbio automático sequencial de seis marchas, uma a mais que a transmissão anterior, de cinco marchas. No mercado brasileiro, a Carnival passa a ser oferecida em duas versões.
A mais em conta delas custa R$ 124.900 mil e já vem bastante recheada de recursos sofisticados. Há, por exemplo, bancos para oito ocupantes, chave inteligente Keyless, duplo airbag frontal, freios com ABS e EBD, sensor de luminosidade e rádio/CD com entradas USB e auxiliar. Já a Carnival topo de linha (R$ 154.900 mil) traz airbags laterais e de cortina, rodas de liga leve 17’’, ar digital, revestimento em couro, entre outros itens.
Uma volta no novo Picanto

O Kia Picanto sempre se destacou pela lista generosa de equipamentos de série. E nisso a nova geração mantém a tradição: desde a versão básica, de R$ 34.900 (ou R$ 39.900 com câmbio automático), vem com ar-condicionado, direção elétrica, CD player com entrada para iPod, rodas de liga, trio elétrico e duplo airbag. A novidade é que agora há um pacote opcional de R$ 5 mil que deixa o carrinho ainda mais completo, com direito a faróis e lanternas de leds, airbags laterais e de cortina, teto solar e espelho do para-sol iluminado.
Mais recheado, o Picanto agora também chama a atenção por outros atributos. O estilo ficou bem resolvido com a intervenção do designer Peter Schereyer, que deixou o visual atraente com a adoção de linhas mais retilíneas, grandes faróis e lanternas em forma de bumerangue. Por dentro, o acabamento também está mais apurado, longe de parecer um carro “mil”. O volante traz desenho esportivo, o painel parece de um modelo de categoria superior e o quadro de instrumentos é dividido em três círculos. O material plástico do interior continua rígido, mas agrada ao toque.

Avaliado apenas na versão automática, de quatro marchas, o Picanto mostrou desempenho mediano, prejudicado pelo câmbio. A transmissão é suave nas trocas, mas a relação longa e o “buraco” entre as marchas atrapalha nas retomadas. Porém, quem tem o Picanto anterior vai perceber que o carro ganha velocidade mais rápido – ficamos ansiosos para dirigir o modelo manual. De resto, a suspensão está menos seca nos buracos (embora o carro continue “durinho”) e a direção elétrica ganhou maior firmeza em velocidades de estrada.

Em movimento, o motor 1.0 de três cilindros surpreende pela suavidade – só sentimos alguma vibração em marcha lenta. O propulsor tem quatro válvulas por cilindro (12 no total) e comando variável na admissão, além de uma taxa de compressão pensada para usar etanol (12,5:1). O resultado são bons valores de torque e potência: 80 cv e 10,2 kgfm, contra 61 cv e 8,8 kgfm do antigo 1.0 quatro cilindros do modelo anterior.